Gargalhas que ressoam No doce mundo das lembranças Sentidos postos em sentido Na saudade da presença assídua Traços de alegrias e tristezas De partilhas e arrufos Pedaços de vidas enroscadas Em paredes brancas pintadas de vida Mundos cá fora dispersos Caminhos distantes e carentes Lembranças carinhosas e constantes Saudades primeiras e vividas Minutos, dias, anos De construção, de devoção, de entrega Relações perfeitas na imperfeição Notas que juntas dão a pauta certa Seres que unidos atingem a suave doçura do certo Trechos de um filme sem fim Frames inesquecíveis e brilhantes Rocha firme e sólida De uma amizade feitas de momentos Sem parar! Ao que de melhor me trouxe a ESCS. Non Stop. Sempre. Malae
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Sem parar.
Longe.
Sinto-te longe. Naquela distância de apenas poucos metros Naquele espaço tão pouco e tão vazio Sinto saudades do teu sorriso Aquele que socorre as horas más Aquele que acolhe e protege Sinto-te longe. Apenas a uns passos do caminho comum Tão perto de um estender de mão Sinto saudades das tuas palavras sábias As que acertam sempre na sua razão As que sabe sempre a carinho e amizade Sinto-te longe. Como se aí fosse do outro lado do mundo Um sol que nos separa ou nos une. Sinto saudades do teu abraço O remédio santo de uma alma por vezes perdida Entre a euforia e a lágrima compreendida Sinto-te longe. Como se a Terra não fosse a casa de ambos Como se nos cruzássemos em pistas diferentes Sinto saudades de ti. Aquele que tem palavras doces e simples Perdidas quando os olhos encontram os meus. Sinto-te longe. Mesmo que por vezes andes por aqui. Malae [Domingo.*] |
Ilha.
Se vai ao mar Navio da boa hora Pode encalhar Na ilusão da glória Em prata e oiro Direi então a história De um marinheiro Que à Pátria não voltou De amores primeiros Se abandonou ao vento Nos mares do Sul Seu coração ficou Ilha gentia Viva no pensamento Da aventura À voz de uma monção Que assoprou leve O caminho a Oriente À nau feliz Por nunca mais voltar Ilha, Escstunis
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ESCS
[A todos aqueles que se deixam tocar pela simplicidade perfeita desta música. A todos aqueles que partilharam um momento brilhante. A todos aqueles que de mais próximo estiveram na noite de ontem. A todos aqueles que pintaram de prata e oiro uma noite brilhante. Obrigada* Malae]
Corpo.
Corpo dorido e perdido. Corpo vivido e sentido. Corpo que quer esquecer. Corpo que precisa de reagir. Corpo que se perde. Corpo que se em momentos. Corpo que não aguenta mais. Corpo que chora. Corpo que ri. Corpo que acredita. Corpo que desespera. Corpo que não sabe. Corpo que não quer. Corpo que anseia. Corpo que vive. Corpo que te ama.
Malae ![]() [Poema sem destino. Poema sem dono. Poema sem nexo. Costuma-se dizer que escrever vem da alma, que escrever por vezes dói. Linhas de sentir perdidas na força. Palavras arrancadas do intimo. Sentimentos que precisam de sair. Um esforço em vão. Uma tentativa de encontrar o caminho. Confidências arrancadas a fogo no meio de uma pausa na luta diária. Na tentativa vã do esquecimento. Na busca louca de seguir em frente. De domar a saudade. Essa saudade por vezes boa por vezes má. Essa saudade que traz um sorriso e uma lágrima. Essa saudade que nenhuma linha apaga, por muito que se tente. Porque o corpo que a transporta precisa de paz. Porque o corpo que a transporta se sente vencido. Porque o corpo que a transporta não sabe o que fazer com o que sente. Porque o corpo que a transporta não sabe lidar com esse amor. porque esse corpo não sabe o que fazer contigo.] *Raras são as vezes que leio o que escrevo e eu própria me perco. Raras são as vezes que busco um sentido nos rabiscos que deito nas folhas. Raras são as vezes que questiono as palavras debitadas à velocidade do pensamento. Mas hoje perdi-me. Porque luto contra ti e contra o que sinto. Porque continuo a procurar respostas e força. E porque continuas a ser caminho. |
Contradições.[e delírios*]
Uma cabeça que lateja. Tudo dentro dela parece em guerra e mutação. São as ideias claras que se digladiam com os sentimentos, procurando fazer prevalecer o razão cada vez mais necessária. Um corpo que não consegue reagir. Tenta, tenta, tenta. Por todos os meios, quer ser insensível, não deixar transparecer o efeito que aquele olhar lhe provoca. A alma, a alma extenuada, nada consegue fazer. Sente saudades, sente um vazio, sente, sente sempre. Não sabe mais que fazer. Quer esquecer, fingir que não aconteceu, demonstrar que já não é, gritar ao mundo que conseguiu. Mas a porta não se fecha, a janela não desce, as forças escasseiam. O som doce de um nome simples, a pele que se arrepia quando sente passar, o toque no cabelo, o sorriso maroto, o canto de quem fala, a beleza escondida, a simplicidade, a força de vontade, o sorriso, o abrigo, a vida. Nada se esconde na gaveta fechada, nada se apaga na página rasgada. Tudo é. E a alma, vagueando no meio do seu sentir, continua a querer destruir o tudo. Antes que o tudo a destrua a si. E ela se esgote cansada de gritar...
![]() ... Odeio-te porque te foste embora. Odeio-te porque ainda sinto a tua falta. Odeio-te porque todos os dias tenho saudades tuas. Odeio pela pessoa que és. Odeio-te pela pessoa que era quando estava contigo. Odeio-te por me teres tornado uma pessoa diferente. Odeio-te por teres quebrado as minhas forças. Odeio-te por me teres mostrado as minhas fraquezas. Odeio-te por te ter que agradecer por isso. Odeio-te por me fazeres sorrir com vontade. Odeio-te por me teres feito ver que chorar não é uma vergonha. Odeio-te por teres um sorriso que ilumina o mundo que te rodeia. Odeio-te porque esse sorriso me enchia de alegria. Odeio-te porque fazias questão de te rires mesmo nas conversas sérias. Odeio-te pela tua alegria de viver. Odeio-te pela tua força. Odeio-te porque sabias sempre o que dizer. Odeio-te porque quase sempre tinhas razão. Odeio-te por me fazeres dar o braço a torcer. Odeio-te porque acordavas sempre bem disposto. Odeio-te porque nunca desistias. Odeio-te porque o teu abraço era um mundo que não queria abandonar. Odeio-te porque me fazias feliz. Odeio-te porque a tua ausência é tão forte como a tua presença. Mas que raio?!... Não era mais simples não te amar?!...
Malae
* delírios reeditados. |
[um] jogo.
Is it getting better Or do you feel the same? Will it make it easier on you now You got someone to blame? You say One love, one life When it's one need In the night One love We get to share it It leaves you, baby If you don't care for it Did I disappoint you Or leave a bad taste in your mouth? You act like you never had love And you want me to go without Well, it's too late Tonight To drag your past out Into the light We're one But we're not the same We get to carry each other Carry each other One (...) U2 |
* reeditado. quando o tempo passa e tudo continua a fazer sentido. o jogo da nossa vida deve ser preparado com cuidado.
Aos noivos.
Um olhar doce e terno
Que finta o tempo que foge
O sorriso perfeito
De quem acredita no amor
Uma dança singela
Nos passos de um violino
Um branco transparente
De um sentir em sintonia
Dois corações rendidos
Na esperança do amanha
Voando nas asas de um sonho
Desejando a felicidade eterna
De uma vida que não se esgota
Mas revive num suspiro!

Porta.
25 segundos.
Aqueles que o tic-tac marca impaciente O som melódico de uma vida que segue Um coração que pulsa Num suspiro de crença Um andar extenso que não acaba Feito de pedras e flores sem destino O céu azul um porto no horizonte O sol quente o regaço escolhido Uma tela que se pinta Roubando as cores do mundo As lágrimas que se gritam Os sorrisos que se desenham As palavras que se procuram e não se encontram A esperança na palma da mão E a utopia na mochila que pequenos Carregam os desejos nas costas Pelas montanhas do tempo A bola que gira levando-nos com ela Na viagem que começa num grito E termina como num sonho Alma extenuada e tranquila Embalada no longo caminho para a felicidade! Malae |
[A todos os que completaram estes 25 segundos!]
Una noche más.
Te anseio. Me desespero. Te siento. Me devoran las horas de soledad Me castiga la distância lastimada Se esconde la alegria infinita Brilla en las estrellas la sonrisa del mundo Danza el reloj maldito El tema del amor Sediento de tus carícias de miel De tus besos dulces e de tus cariños de seda Se conoce la impaciencia Devora el miedo la esperanza ardiente. Tanto y tanto tiempo. Noches de lucha. Noches de creer. Noches de querer. La luna el testigo La sola presencia mientras no llegas El cuco estridente gritando Vuelve! Falta un minuto de ti! Malae ![]() |
[I look at you, looking at me. Now I know why they say the best things are free (...) Angel of Mine.*]
Sal.
Rebolam nas ondas quentes As carícias que te dou Enrolam-se na areia fina Os beijos que se partilham Sentem-se os salpicos frios No arrepio das peles que se tocam Transbordam os corpos Os raios quentes do sol testemunha Foge o tempo num sentido irrequieto Traquinas e sorridente As águas vão e voltam Na sua sorte certa Na sua sétima ronda que desenha o destino As rochas barreiras do caminho Trazem a força que o mundo guia Os pensamentos são castelos na areia Sonhos frágeis que se constroem Espera-se a próxima onda A próxima torrente libertadora O sal que apaga e cura a tua saudade. Malae ![]() |
[Un beso, dos caricias te daria, tres abrazos que demuesten cuatro veces mi alegria y en la quinta sinfonia de mi sexto pensamiento, siete veces te diria las ocho letras de um te quiero. Te extraño!*]
E o mundo fecha os olhos...
No som seco das bombas Entre os prédios em ruínas Escondes as tuas mãos cheias de sangue No desprezo pela existência humana Explanas tu o teu caminho Segues o livro que te interessa Roubas a terra que dizes sagrada Esmagas quem te faz frente Desenhas a fronteira enganada Fazes das linhas muros de betão Respondes à dignidade com autoritarismo Às pedras com o dinheiro que manda no mundo Levas lições de quem não desiste Mostra-te o que é sobreviver quem tu oprimes Dominas, controlas, destróis És tanque enfurecido, compressor do mundo Ah, triste de quem te segue Nessa doença incontida Cobres o mundo de vergonha Desesperas quem acredita A luta continua E um dia será vencida! Até quando, Israel?! Malae |
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[“La estatua de Lumumba nos recuerda que no se debe confiar en el imperialismo, ni un poco, ni nada, (...) Fue bajo la bandera de las Naciones Unidas que Lumumba fue asesinado en Congo. Y son estas las mismas Naciones Unidad que análogo con los Estados Unidos deben inspeccionar nuestros territorios. Las mismas Naciones Unidas!!.
" No podemos y no debemos cuidar la ilusión de que podemos obtener la libertad sin luchar. Estas batallas no estarán restringidas a las peleas callejeras con rocas y gases lacrimógenos, ni serán huelgas generales pacificas, ni será la batalla de una nación furiosa que en dos o tres días pueda destruir el aparato represivo de la oligarquía financiera que gobierna. Esta batalla significa una larga guerra, repito una vez mas, una guerra cruel..."
El Comandante Che Guevara]
Te recuerdo como eras. [Shiuuu!]
Apegada a mis brazos como una enredadera,
Siento viajar tus ojos y es distante el otoño:
Cielo desde un navío. Campo desde los cerros.
Pablo Neruda

Shiuuu! No digas nada! Ya te he dicho que te echo de menos?! Malae |
Lua.
Conto à lua os sonhos Passados e esquecidos Conto à lua as loucuras Cantadas e sentidas Conto à lua a vontade De partir e ficar Conto à lua A saudade que moí Conto à lua A vida que segue o seu rumo Mesmo sem a agarrar Conto à lua Porque quieta Ouve e sente E no brilha de uma estrela Manda o silêncio consentido A força que se procura O sorriso que se reinventa. Ficam contigo, Lua, Os suspiros das noites longas Os dias que correm Perdidos nas noites que os findam Os sonhos escondidos Guarda-os… Um dia virei buscá-los! Malae ![]() |
[“It's a private emotion that fills you tonight and the silence falls between us as the shadows steal the light. And wherever you may find it wherever it may lead, let your private emotion come to me.” Bienvenido, amigo!]
Dia Mundial da Amizade.
Deixa-me contar-te a vida que corre
Os sonhos que voam
As lágrimas que nascem
Os sorrisos que vivem
Ouve-me com atenção
Não deixes escapar nada
O dia foge, a noite volta
O tempo passa
Amanha é outro dia
E o amanha é sempre longe
Deixa o teu abraço
A tua palavra certa
O teu momento especial
Vinca a tua marca
Aquela que deixaste no meu coração
Para não esquecer
Os caminhos que se cruzaram
Dá-me a tua mão! Vem até mim
Sê meu amigo.
Eu estou sempre aqui.
Malae

[Ao Beto. Ao Nuno. Ao Luís. À Daniela. Ao Miguel. À Patrícia. Ao Gabriel. Ao Rui. Ao Mário. À Sandra. Ao Carlitos. À Carla. Á Tânia. À Sónia. Ao Daniel. À Lena. À Filipa. À Joana. Ao Ricardo. À Carla. Ao Zé Carlos. À Ana. À Célia. Ao Humberto. Ao João. Ao Marco. À Inês. À Cátia. À Vera. Ao Ricardo. Ao Kamene. Ao Rui. Ao Beto. À Rosana. Ao Michael. À Sol. Ao Pedro. Ao Faco. Ao Carlos. Ao Gabriel. Ao Diego. Ao Nuno. Ao Júlio. À Sara. Ao Nuno. Ao Diogo. À Diana. Ao Jorge. Ao Filipe. Ao Jorge. Ao António. À Mónia. Ao Rui. Ao Ricardo. À Paula. Ao Nuno. À Fátima. Ao Jorge. À Marta. À Ana. Ao Sandro. Ao Henrique. À Andreia. Ao Hugo. Ao Eduardo. Ao Luís Miguel.]
Restolho.
Geme o restolho, triste e solitárioa embalar a noite escura e friae a perder-se no olhar da ventaniaque canta ao tom do velho campanárioGeme o restolho, preso de saudadeesquecido, enlouquecido, dominadoescondido entre as sombras do montadosem forças e sem cor e sem vontadeGeme o restolho, a transpirar de chuvanos campos que a ceifeira mutiloudormindo em velhos sonhos que sonhouna alma a mágoa enorme, intensa, agudaMas é preciso morrer e nascer de novohá que ser trigo, depois ser restolhohá que penar para aprender a vivere a vida não é existir sem mais nadaa vida não é dia sim, dia nãoé feita em cada entrega alucinadaprá receber daquilo que aumenta o coração(Mafalda Veiga)[Talvez um dia tudo faça sentido. Talvez um dia o destino encontre o caminho que o coração sonha. Talvez um dia o céu seja tão azul que se funda com o mar e nada pareça impossível. Talvez um dia… que as forças nunca faltem até esse dia chegar! Malae]
Brilla.
Eres tu la voz caliente Que encanta todo mi cuerpo Eres tu la ternura que desliza En las puntas de tus dedos en mi ser Eres tu la sonrisa perfecta Que acaricia todos mis dias Eres tu el latir mudo de mi corazon Que engaña el llanto de mi soledad Eres tu... eres tu! Y corre el tiempo por vos! Viene! Llename de ti! Brilla! Brilla! Brilla! Que tu luz quema dulcemente mi vida! Malae |

[ "Yo quiero el aire que tiene tu alma, Yo quiero el aire que, que vive en ti, Yo quiero el aire, aire que derramas, Aire pa' quererte, aire pa' vivir" * ]
Sin miedo a nada.
Malae

Sin miedo a nada
Me muero por suplicarte que no te vayas, mi vida,
me muero por escucharte decir las cosas que nunca digas,
más me callo y te marchas,
mantengo la esperanza
de ser capaz algún día
de no esconder las heridas
que me duelen al pensar que te voy queriendo cada día un poco más
¿Cuanto tiempo vamos a esperar?
Me muero por abrazarte y que me abraces tan fuerte,
me muero por divertirte y que me beses cuando despierte
acomodado en tu pecho, hasta que el sol aparezca.
Me voy perdiendo en tu aroma,
me voy perdiendo en tus labios que se acercan
susurrando palabras que llegan a este pobre corazón,
voy sintiendo el fuego en mi interior.
Me muero por conocerte,
saber qué es lo que piensas,
abrir todas tus puertas
y vencer esas tormentas que nos quieran abatir,
centrar en tus ojos mi mirada,
cantar contigo al alba
besarnos hasta desgastarnos nuestros labios
y ver en tu rostro cada día
crecer esa semilla
crear, soñar, dejar todo surgir,
aparcando el miedo a sufrir.
Me muero por explicarte lo que pasa por mi mente,
me muero por intrigarte y seguir siendo capaz de sorprenderte,
sentir cada día ese flechazo al verte,
¿Qué más dará lo que digan?¿Qué más dará lo que piensen?
Si estoy loco es cosa mía
y ahora vuelvo a mirar el mundo a mi favor,
vuelvo a ver brillar la luz del sol.
Me muero por conocerte,
saber qué es lo que piensas,
abrir todas tus puertas
vencer esas tormentas que nos quieran abatir,
centrar en tus ojos mi mirada,
cantar contigo al alba
besarnos hasta desgastarnos nuestros labios
y ver en tu rostro cada día
crecer esa semilla
crear, soñar, dejar todo surgir,
aparcando el miedo a sufrir.
(Alex Ubago)
A força da tua alma.
Loucura sã.
Sente-se a leve brisa percorrer a noite estrelada. As ondas cantam a musica que embala os pensamentos. A areia quente é a manta que suave protege os corpos. Estendo-te a minha mão. Espero-te. Anseio-te. Necessito-te. Aguardo um sinal de ti. A aurora testemunha o momento perfeito. O momento que faz bater o coração que louco te busca e te guarda. Sei que virás buscar o beijo que te pertence. Chegarás com a leveza de um sonho e de mansinho recuperarás tudo o que te pertence, tudo o que és, tudo o que deixas ser.
[“Ponle nombre al sentimiento cuando te parezca extraño, ponle nombre a mis heridas pa’ que se vayan curando.” *] |














