dons.
resolução n.º 2007.

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Natal Diak [do they know it's christmas?]
It's christmastime there's no need to be afraid At christmastime we let in light and we banish shade And in our world of plenty we can spread a smile of joy Throw your arms around the world at christmastime But say a prayer, pray for the other ones At christmastime it's hard, but when you're having fun There's a world outside your window And it's a world of dread and fear Where the only water flowing Is the bitter sting of tears And the christmas bells that ring there are the clanging chimes of doom Well tonight thank god it's them instead of you And there won't be snow in africa this christmastime The greatest gift they'll get this year is life Where nothing ever grows No rain nor rivers flow Do they know it's christmastime at all? Here's to you Raise a glass for everyone Spare a thought this yuletide for the deprived If the table was turned would you survive Here's to them Underneath that burning sun You ain't gotta feel guilt just selfless Give a little help to the helpless Do they know it's christmastime at all? Feed the world Feed the world Feed the world Feed the world Feed the world Let them know it's christmastime again Feed the world Feed the world
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Feliz Natal Merry Christmas Feliz Navidad Joyeux Noël Buon Natale Fröhliche Weinacht Häid Jõule Prettige Kerstagen Kellemes Karacsonyi Ünnepeket God Jul Srecan Bozic Cestit Bozic Glaedelig Jul Hyvaa Joulua WesoTych Swiat Bozego Narodzenia Veselé Vianoce
Arco-íris. [parabéns]
Dança a menina Que conserva os sonhos Bailam na alma As alegrias incontidas As tristezas escondidas Refugiam-se os medos Luta a coragem Sorri! Chora! É! Um mundo de sete cores Que brilha todos os dias! Malae
Parabéns, Dany Rainbow!
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[strange day.]
(...) And if you look, you look through me And when you talk, you talk at me And when I touch you, you don't feel a thing If I could stay... Then the night would give you up Stay...and the day would keep its trust Stay...and the night would be enough Faraway, so close Up with the static and the radio With satelite television You can go anywhere Miami, New Orleans London, Belfast and Berlin And if you listen I can't call And if you jump, you just might fall And if you shout, I'll only hear you If I could stay... Then the night would give you up Stay...then the day would keep its trust Stay...with the demons you drowned Stay...with the spirit I found Stay...and the night would be enough (...) |
Stay (Faraway, So Close!), U2
Pablo Neruda. Salvador Allende. Chile.
![]() LOS MUERTOS DE LA PLAZA (28 de enero de 1948. Santiago de Chile) YO no vengo a llorar aquí donde cayeron: vengo a vosotros, acudo a los que viven. Acudo a ti y a mí y en tu pecho golpeo. Cayeron otros antes. Recuerdas? Sí, recuerdas. Otros que el mismo nombre y apellido tuvieron. En San Gregorio, en Lonquimay lluvioso, en Ranquil, derramados por el viento, en Iquique, enterrados en la arena, a lo largo del mar y del desierto, a lo largo del humo y de la lluvia, desde las pampas a los archipiélagos fueron asesinados otros hombres, otros que como tú se llamaban Antonio y que eran como tú pescadores o herreros: carne de Chile, rostros cicatrizados por el viento, martirizados por la pampa, firmados por el sufrimiento. Yo encontré por los muros de la patria, junto a la nieve y su cristalería, detrás del río de ramaje verde, debajo del nitrato y de la espiga, una gota de sangre de mi pueblo y cada gota, como el fuego, ardía. Pablo Neruda (Canto General. V. La arena traicionada) |
Oito anos depois.
24 de Novembro.
Neva sobre a Marginal só que a neve não espera não se vai com a primavera nem fica à espera no chão Neva sobre a Marginal quem me dera que mar fosse o mar é muito mais doce e não fere o coração (Luís Represas, Neva sobre a Marginal) ![]() |
Um beijo. Um beijo. Um beijo. Um beijo. Um beijo. Um beijo. Um beijo.
Um beijo. Um beijo. Um beijo. Um beijo. Um beijo. Um beijo. Um beijo.
Malae
Chave.

Regalo.
Nos presentó tu amiga
la que dice que adivina futuros por venir
no sé que más decir
sentado del pasillo en una orilla
¿te acuerdas ya de mí?
Um sorriso perdido num recanto escondido. Um gesto simples de afecto e doçura. Um olhar que desbrava mil caminhos. Um sentido que ganha vida e cor.
Regálame la silla, cansada de la esquina
donde te esperé, donde siempre te esperaba, amor
yo puedo regalarte alguna risa
y hacer una canción
y un pañuelo de lunares
te regalo tiempo pa' que te lo pongas
y una promesa, niña
si te encuentro un día
te pienso dar de una
todos aquellos besos que te merecías
Uma historia que se constrói aos poucos. Uma espera quente e compensadora. Uma alegria inolvidável e acolhedora. Uma gargalhada perfeita e conquistadora.
Por el puente de la esperanza
buscaba un rinconcito para la risa
pensando que ha valido la pena amarte
pasamos momentitos tan flamenquitos
y vimos rinconcitos pa' enamorarse
la calle del pensamiento
me lleva a aquella orilla, no sé si te acuerdas
regálame la silla que tiene arte
yo paso por tu puerta casi to' os días
yo paso y tú decides cuándo asomarte
cuando asomarte
Um doce momento que espreita e fica. Um banco testemunha cega e perdida. Um querer mais do que se pode. Um amar mais do que se quer e se consegue.
Y hasta volvieron de las rimas
imágenes jugando, colgás de no sé qué
seguro que era abril
volvieron todas, todas menos una
que se olvidó de mí
Uma criança que renasce todos os segundos. Uma fria ribeira que não se perde e se encontra. Uma simples manha envolvida em sorrisos. Uma memória perfeita e desenhada a paixão.
Que el pañuelo es pa' llorarte
y no tiene remedio para el que componga
si alguna vez te encuentro por mi cobardía
te pienso dar de una
todos aquellos besos que te merecías
Um suspiro envolto na esperança. Um voltar todos os momentos. Um acreditar sem limite. Um viver em ti até ao fim.
Por el puente de la esperanza
buscaba un rinconcito para la risa
pensando que ha valido la pena amarte
pasamos momentitos tan flamenquitos
y vimos rinconcitos pa' enamorarse
la calle del pensamiento
me lleva a aquella orilla, no sé si te acuerdas
regálame la silla que tiene arte
yo paso por tu puerta casi to' os días
yo paso y tú decides cuándo asomarte
cuando asomarte.
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Palma da mão.
Carta perdida no tempo, no espaço e no sabor do vento. Malae «Sei-te triste, desanimado, irritado. Não preciso que o digas, que não preciso que o contes. Conheço-te. Conheço-te como a palma da minha mão. E sei o quer dizer aquele olhar perdido no horizonte, aquela cabeça baixa, aquele mexer de ombros desanimado. O mundo naquele momento fugia-te debaixo dos pés, preso em simples linhas que não conseguias dominar. Darias tudo para voltar fracções de segundos atrás e mudares aquela situação. A raiva consumia-te por dentro! A raiva contigo próprio. Trazias o peso do teu perfeccionismo nas tuas asas e sentias-te vergado aos instantes que não controlaste. E a tua luta, a tua incessante luta, não te permitia remediar nada. Conheço-te. Conheço-te como a palma da minha mão. Sei que detrás desse lado forte, o que se passa te afecta. Sei que no teu íntimo, as coisas são colocadas em causa. Sei que naqueles momentos de silêncio que não gostas, as dúvidas te assolam. Sei que no intervalo de duas gargalhadas, os fantasmas te perseguem. Mas sei muito mais. Sei que nada nem ninguém te poderão pôr em causa. Sei que nada é mais forte que esse tua irascibilidade perfeccionista. Que pode haver quem lute como tu, mas nunca mais do que tu. Pode haver quem torça, mas tu és dos que prefere quebrar. Pode o mundo ir desabar mas o teu altruísmo leva-te sempre um passo mais à frente. E sei tudo isto porque te conheço. Conheço-te como a palma da minha mão. E nunca, por nunca, duvidei que vales a pena. Que independentemente do minuto seguinte, os 60 segundos anteriores já nada roubaria. Sei o quanto vale a tua palavra, o teu sorriso, a tua força. Sei o quanto te dás, o quanto te entregas, o quanto te esgotas. A pessoa que és, que fazes os outros serem, que deixas os outros serem. O exemplo de quem te quer bem. São muitos os que se orgulham de ti. São muitos os que te prezam. São muitos os que sabem que amanha será sempre melhor. E tu, vais ser tu, que o vais novamente provar. Porque foste tu que acreditaste que era possível. Foste tu que sonhaste. Foste tu que conquistaste. Eu... eu gosto de ti! Muito! Andrea!» [“Aunque lo diga la gente, yo no lo quiero escuchar. No hay más miedo que el que se siente cuando ya no sientes na'. Niña tú lo ves tan fácil, ay amor, pero es que cuanto más sencillo tú lo ves más difícil se te hace”*] |
Pequeno Grande Génio.
Um post diferente. Dia de clássico. Um daqueles jogos que nos deixa o coração a palpitar do primeiro ao último momento. Um jogo visto à moda antiga, no meio da claque. Vicissitudes de quem chega com o jogo a meio. A chuva que irritante não pára de cair. Os cânticos loucos que saiem das gargantas sedentas de golos. E ele, pequenino, franzino e de pés de lã, no meio de colegas e adversários. E sem querer, os olhos fixam-se naquele pequeno grande génio. Um jogador tão jovem e tão adulto. Um jogador completo. Um jogador perfeito. Um jogador que faz valer todos os cêntimos que custa um bilhete. Confesso a minha admiração. Confesso o meu orgulho. Passaram pelas camisolas do meu clubes grandes jogadores. Craques que ganharam títulos pelo mundo, que se tornaram os melhores entre os melhores. Passou pelo meu clube o jogador que mais admirei até hoje: Paulo Sousa. Mas nunca nenhum me cativou desta maneira. O jogo contra a Rússia em sub-21, em Gaia, tinha sido já extraordinário. Mas ontem tudo voltou a ser Moutinho. Tudo passou por aqueles pés cheios de talento, por aquela cabeça que pensa o futebol como ninguém. Simplesmente fantástico. Talvez para o ano, talvez não, de certeza, para o ano não estará cá. Encantará outra plateia. Apaixonará outros que se renderão aquele pequenino que corre como uma formiguinha. O Sporting perderá muito. Acho que será a saída mais difícil de colmatar. Levem antes o Nani, é a minha opinião. Deixem-no cá, que ele é a alma daquela equipa. Deixem-no cá, que ele é quem faz sonhar os sportinguistas. Deixem-no cá, porque ele é simplesmente um grande orgulho. Um pequeno “clone” daquele que considero o melhor jogador do mundo. Um pequeno João, que em breve será tão grande como Frank Lampard. Tivesse o potente remate do inglês e onde acabaria este menino. Um dia será grande. Ainda maior. Sem os virtuosismos técnicos daqueles que preferem jogar para si, vai impor-se em qualquer equipa. Porque com ele ganha o colectivo. Porque ele é a expressão máxima do futebol. E porque qualquer que seja o futuro, foi um prazer ver-te crescer. Obrigada, Moutinho!
Malae

João Moutinho
Primeiro dia.
O que se faz quando se está a um passo de realizar um sonho e se tem um medo enorme de falhar?! Malae ![]() |
Expectativa. Ansiedade. Esperança.
[A insustentável leveza das palavras... de Lisboa a Timor. Fazes-me falta.*]
Recuerdo.*
Ouvi-te e recordei-te. Malae
los años más felices de mi vida
dejándome el alma triste y fría
volviendo a la soledad
y a pensar como estarás.
tu ausencia es algo que me tiene herida
la noche es larga y mi cuerpo extraña
el amarte otra vez
como ya lo hice ayer.
empiezo a recordarte
empiezo a lamentarme
como ya lo hice ayer
como ya lo hice ayer.
no sabes cuantos días te he llorado
al no tenerte más entre mis brazos
ni besar tu boca más
y ni sentir tu fuego ya.
tú lo eras todo para mí
anhelo verte
para hablarte de todo
quiero llamarte y susurrar
te quiero!
como yo te quise ayer
como ya lo hice ayer.
empiezo a recordarte
empiezo a lamentarme
como ya lo hice ayer
como ya lo hice ayer
......volveré....
Empiezo a recordarte. Mónica Naranjo.
Nota musical.
Solta-se a nota musical
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Parabéns, Nipinha!
Rastilho.
[um dia. sempre um dia a mais. sempre um dia a menos. sempre um dia que ainda está para vir. mais uma página que se escreve. mais se uma pagina que se acrescenta. mais uma página que se guarda. mais uma página que se rasga. um caminho a seguir. um tempo a consumir. um amor a prevalecer. um amanha para enfrentar. uma vida a renascer. a luta de todos os dias.]
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Sem parar.
Gargalhas que ressoam No doce mundo das lembranças Sentidos postos em sentido Na saudade da presença assídua Traços de alegrias e tristezas De partilhas e arrufos Pedaços de vidas enroscadas Em paredes brancas pintadas de vida Mundos cá fora dispersos Caminhos distantes e carentes Lembranças carinhosas e constantes Saudades primeiras e vividas Minutos, dias, anos De construção, de devoção, de entrega Relações perfeitas na imperfeição Notas que juntas dão a pauta certa Seres que unidos atingem a suave doçura do certo Trechos de um filme sem fim Frames inesquecíveis e brilhantes Rocha firme e sólida De uma amizade feitas de momentos Sem parar! Ao que de melhor me trouxe a ESCS. Non Stop. Sempre. Malae
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Longe.
Sinto-te longe. Naquela distância de apenas poucos metros Naquele espaço tão pouco e tão vazio Sinto saudades do teu sorriso Aquele que socorre as horas más Aquele que acolhe e protege Sinto-te longe. Apenas a uns passos do caminho comum Tão perto de um estender de mão Sinto saudades das tuas palavras sábias As que acertam sempre na sua razão As que sabe sempre a carinho e amizade Sinto-te longe. Como se aí fosse do outro lado do mundo Um sol que nos separa ou nos une. Sinto saudades do teu abraço O remédio santo de uma alma por vezes perdida Entre a euforia e a lágrima compreendida Sinto-te longe. Como se a Terra não fosse a casa de ambos Como se nos cruzássemos em pistas diferentes Sinto saudades de ti. Aquele que tem palavras doces e simples Perdidas quando os olhos encontram os meus. Sinto-te longe. Mesmo que por vezes andes por aqui. Malae [Domingo.*] |











