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Por vezes, até o pensar mete medo. Malae

9.9.(9)9

Respiro os 28 e relembro, com todos os sentidos, os 18. Dez anos, o número certo perfeito. O número da saudade. Foi a meia-noite e os parabéns em tétum, foi Timor, foi por Ti(a)mor, foi luta, foram abraços, foi amizade, amor e felicidade. Foi o sorriso mais bonito do mundo, a melhor surpresa. Foi. Hoje são os 28. Não é que é o número mágico? Malae.

extreme makeover. closed.


«Há alturas em que gostava de saber pedir um abraço.» Malae

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«Hoje, cruzei-me contigo. Tu não me viste, mas sorriste. E eu lembrei-me que o céu pode ser mesmo azul e que o sol amarelo queima docemente. E sorri.» A culpa é sempre do sorriso. Fazes-me falta. Malae

by your side.


Hoje e sempre.
Em qualquer lugar. Com Contador ou não.
Always the best!

Malae

Today is Mandela Day!

«I learned that courage was not the absence of fear, but the triumph over it.
The brave man is not he who does not feel afraid, but he who conquers that fear.»


Nelson Mandela. Madiba. Prisoner 46664.

Parabéns, maior que o Mundo.
(91)

Malae









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«ME»

Malae

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«Estou além.»
Malae

o teu riso.

«Ri-te da noite,
do dia, da lua,
ri-te das ruas
tortas da ilha,
ri-te deste grosseiro
rapaz que te ama,
mas quando abro
os olhos e os fecho,
quando meus passos vão,
quando voltam meus passos,
nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria.»

Pablo Neruda

(Parral, 12 de Julho de 1904 — Santiago, 23 de Setembro de 1973. Seriam, hoje, 105 anos.)



rahun diak ba loron ohin.


rahun diak ba loron ohin.
[31]

ha'u hadomi o.

Malae


103.


26564.
Sempre.

Malae








moonwalk.

Foi assim em vida e não vai mudar com a morte. Estes dias vão ser um frenesim em torno da personalidade sui generis de Michael Jackson. O homem que acreditava ser o Peter Pan e se sentia a pessoa mais só do Mundo. Mas não só. E um mito, um ícone, uma lenda. Para a música, Michael Jackson representa tudo isso e muito mais. É um marco difícil de ultrapassar. Hoje, em dia, artistas desta qualidade são cada vez mais raros. E, ame-se ou não, as suas músicas fazem parte da vida de muitos de nós. Não sou uma verdadeira fã e, a verdade, é que dei por mim, nestas últimas horas, a reparar que conheço e gosto de grande parte das músicas dele. Que estes últimos dias, nos permitam despedir do mito e deixem descansar o homem angustiado que não conseguia viver neste mundo! Malae


Thriller




(ainda hoje o albúm mais vendido de sempre. Portanto, o medo que isto me faz só pode ser mesmo defeito meu!!!)

Bad



Billie Jean



The way you make me feel



Heal the World



Will You Be There





E a lista podia continuar... King of Pop.

corazón.

«te lo agradezco, mira niño, pero no
yo ya logré dejarte aparte
no hago otra cosa que olvidarte»

«corazón, te lo agradezco... te lo agradezco, te lo agradezco pero no...»

Malae

hummm...



Ora, sendo o anúncio para produtos masculinos,
havia necessidade de viciar os olhares femininos?!
Claramente, o anúncio do ano!
Faz mal, muito mal! :)

Malae

el símbolo.

capitán, el lado izquierdo del corazon.
Malae


emoções.






Nos quedamos.
(tanto tempo, tanto sofrimento desnecessário!!!)



«La pesadilla terminó. Cuando pitó el final del partido Pérez Burrull, el Real Valladolid, empapado en sudor frío, en pura angustia, abrió los ojos. Todo había sido una pesadilla, un mal sueño.»




A um ponto do novo sonho.
(entre a alegria do «vice» e a tristeza de mais um «quase»)


«A equipa masculina do Sporting falhou hoje a vitória na Taça dos Clubes Campeões Europeus de atletismo por um ponto, a mesma diferença que afastou a equipa feminina do pódio, numa competição disputada em Castellón, Espanha.»



Os heróis são ainda maiores quando caem.
(Mas não é para repetir nos próximos tempos, ok?)



«Perder en París no es una tragedia, porque tenía que pasar aquí algún día. Es una pena que este público nunca haya tenido un detalle conmigo.»































es la vida, es el fútbol.

«La pesadilla terminó. Cuando pitó el final del partido Pérez Burrull, el Real Valladolid, empapado en sudor frío, en pura angustia, abrió los ojos. Todo había sido una pesadilla, un mal sueño. A su alrededor había otro equipo llorando, pero todo había acabado con final feliz para el Pucela.

Ningún mortal merece pasar el sufrimiento que ayer hubo en Valladolid o en Sevilla. O en Gijón, o en Pamplona, o en Getafe. Es inhumano. Cuando pasen las horas, la alegría en Valladoid se impondrá y ese nudo en la garganta pasará. En Sevilla se instalará la depresión. Es la vida, es el fútbol.

De la muerte a la vida por un solo gol, el que no marcó el Betis en el Ruiz de Lopera en los últimos minutos de un partido loco, de un final de liga para psiquiátras y para fuertes de espíritu y de corazón.

La tarde empezó feliz. El Real Betis salió arrollador, pero falló ocasiones increíbles. Además, el Real Madrid, el Recre y el Racing ganaban. La euforia llegó al filo del descanso, cuando el Real Valladolid ponía la guinda con un gol de Aguirre. Un gol que no había merecido porque fue superado claramente por el Real Betis en muchas fases de esa primera parte que finalizaba con un 0-1 esperanzador, sumado a la derrota del Sporting ante el Recreativo y al empate de Osasuna ante el Real Madrid.

Pero todavía quedaba mucho sufrimiento. Arrancó la segunda parte con el cambio de Iñaki Bea por García Calvo, con el pie triturado. Pedro León, lesionado, también había dejado el campo en la primera parte, aunque su sustituto Aguirre, respondió con el gol. Y arrancó con el gol del empate del Real Betis, obra de Oliveira.

La pesadilla continuó con la remontada de Osasuna y el Sporting, que ponía el foco de la angustia en el Ruiz de Lopera porque el Betis se veía condenado al descenso con esos resultados, como así sucedió al final. Un gol del Real Betis hubiera mandado al Pucela a Segunda.

El final en Sevilla fue dramático. Goitom falló un gol clarísimo y Edú mandó el balón al larguero. Un gol cambiaba la gloria por el fracaso. Un solo gol. En el minuto 90, Sergio Asenjo atajó el cabezazo de Oliveira y el descuento fue un sinvivir.

Pero el gol del Real Betis no llegó. Cuando el protagonista blanquivioleta de la pesadilla iba a morir, despertó angustiado. La suerte, reñida con el Pucela en las últimas jornadas, le sonrió cuando más lo necesitaba. El Real Betis baja a Segunda. ¡El Pucela sigue en Primera!

Real Valladolid, SAD»


O futebol é apenas um jogo. Mas passional e irracional. Mexe com todas as emoções. Por muito que os ódios de estimação, que esse mesmo futebol cria, nos façam dizer algumas coisas pouco racionais, existe sempre um elemento identificador. E custa sempre ver alguém chorar lágrimas doridas pelo seu clube. Ontem, o Bétis não foi feliz. E o Ruiz La Lopera «afogou-se» nas lágrimas de tantos, principalmente crianças. Ao contrário do que muitos pensam, é assim que se ama ainda mais um clube. E eu sei do que falo. Ontem, também o Valladolid me ensinou mais alguma coisa. E este texto está aqui, exactamente por isso.
Malae



obrigada.


Por isto...




... por isto...



...e por todos os momentos que acabaram aqui...


Serás sempre um dos maiores.

Malae








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Malae

perfeito.








Perfeito, perfeito, perfeito.


31.05.2008


A Magia no Rock in Rio.


E mais perfeito só se, hoje, estivéssemos a repetir o dia.


Malae