Cravos&revolução.Liberdade&amor.


Obrigada.
Ontem, hoje e sempre.
Na imortalidade do dia que ajudaste a tornar real.
Na madrugada do sonho que não abandonaste.
Herói do cravo, na cor que define a grandiosidade do teu coração.
25 de Abril, Sempre.

Malae

sussuros.

Vou dizer baixinho, para que nenhum de nós oiça. Foge, ou isto ainda vai ficar complicado para os dois. Agora, espero que não oiças e fiques por aqui. Malae

só hoje.

Hoje, resolvi abrir a gaveta e deixar-te sair. Para fazeres companhia ao céu azul e ao sol mais quente. Mas vou ter de te guardar outra vez. Há vícios que nos fazem muito mal. Mesmo que nos lembrem o melhor. E tens de ficar na gaveta. Hoje, não me apetece. Malae

dados viciados.

«Amo-te. Não porque queira, mas porque o coração deixa. Amo-te. Não porque não te odeie, mas porque é maior do que tudo. Amo-te. Não porque não te tenha esquecido, mas porque vives na memória. Amo-te. Não porque seja fraca, mas porque és a única resistência. Amo-te. Não porque sim, mas porque não há mais nenhuma justificação.» Antiguidades. Malae

Neda.

Caiu no chão, vitimada pelo tiro inimigo, ligado ao regime, quando gritava pela liberdade, nesse som que todos os dias vive em mim. Pintou de sangue a revolução verde, ao não desistir de procurar mudar o Mundo onde (não) vivia, mas sobrevivia como mandavam. Lutou, pagou com a vida. Mas não desistiu. É um símbolo, apenas mais um, da luta das mulheres. Porque existe quem não tenha voz, quem viva na escravatura, quem seja apenas um objecto. Mas tenha a força da natureza em sim. Tenha a grandeza da vida. Traga o Mundo na alma. Quem precise que alguém lhe dê voz. E também não desista. Hoje, eu sou Neda Agha-Soltan. Malae



Dia Internacional da Mulher.
A todas as Grandes mulheres que conheço.


roubo (ou o melhor da vida).

«Roubaste-me o coração, enquanto brincavas. Sorridente, lindo, perdido. A viver no teu mundo e deixando os outros entrar a espaços. Deixaste que me apaixonasse. Fizeste por isso. Roubaste-me o coração, enquanto brincavas. Com a vida. Como sempre fizeste. Deixando o tempo passar. Aproveitando os segundos, que o minuto a seguir pode não chegar. Roubaste-me o coração, enquanto brincavas. Com as gargalhadas, os olhos brilhantes, as mãos quentes. Com o fulgor, o sentir, o prazer. Roubaste-o coração, enquanto brincavas. Com as lágrimas, com o adeus, com o futuro. Com as portas que se fecham, com as janelas que não abrem, com as saudades que não passam. Roubaste-me o coração, enquanto brincavas. Levaste-o e deste-me o amor. Mas eu já não sei quem tu és.» Malae

46664.



O fim da linha e o início da humanidade. Vinte anos depois, a saída daquela prisão é o maior exemplo de uma luta eterna, repleta dos valores consagrados na vida dos Bons. Como, infelizmente, existem poucos. Mas existes tu, Madiba, e, enquanto isso acontecer, à esperança. A crença que triunfe o amor, o exemplo, a bondade. Que ganhem os bons, que vençam os que sonhas, que a conquista seja dos que vêem o Mundo a cores. Obrigada, muito obrigada. 46664. Madiba. Mandela. Homem do Mundo. O verdadeiro. Malae



“Percorri esse longo caminho para a liberdade. Tentei não fraquejar; dei passos errados ao longo do percurso. Mas descobri o segredo: que, depois de escalar uma grande montanha, apenas se descobre que há muitas mais montanhas a subir. Parei um pouco para descansar, para deitar uma olhada à vista maravilhosa que me rodeia,para olhar para a distância, de onde vim. Mas posso descansar somente por um momento, porque com a liberdade vêm as responsabilidades – e não me atrevo a demorar-me, pois a minha caminhada ainda não terminou.” Nelson Madela, in «Longo Caminho para a Felicidade»
















Dói como se fossem chagas. Mas desenganem-se: dói hoje, como dói sempre. E desenganem-se ainda mais: são muito mais os sorrisos, que as dores. São muitos mais as alegrias, que as tristezas. E nem é preciso ninguém compreender. Quanto mais dói, maior é o amor. São assim os verdadeiros. amores. E ninguém disse que, mesmo a escolher o clube, eu seria diferente. 26524 é o número que me identifica. Diz-se Sporting Clube de Portugal, lê-se Vida. Ontem, hoje e sempre. Malae

Rahun tinan foun 2010


Desejos, sonhos, esperanças.
Que culminem todos em sorrisos.
O sinal de que tudo está bem.
E que estes tragam força e saúde.
Tudo o resto, e o resto é tão grande, constrói-se todos os dias.
Que 2010 traga a coragem necessária.

Feliz Ano Novo.

Malae


Natal Diak



Feliz Natal Merry Christmas Feliz Navidad Joyeux NoëlBuon Natale Fröhliche Weinacht Häid Jõule Prettige KerstagenKellemes Karacsonyi Ünnepeket God Jul Srecan Bozic Cestit Bozic Glaedelig Jul Hyvaa Joulua WesoTych Swiat Bozego Narodzenia Veselé Vianoce



Sonhos. Alegria. Amizade. Amor.
Um mundo cheio de tudo isto e embrulhado em sorrisos.

Natal Diak.

Malae


«And in our world of plenty
we can spread a smile of Joy»

arco-íris.


O arco-íris rompe brilhante e com força entre o sol e a chuva.

Para nos lembrar a ordem certa das coisas.

Que nunca te falte esse brilho que tens! :)

Parabéns, Rainbow!

E que venha daí, amiga, um ano repleto de coisas boas!

Malae




24 de Novembro.


Tenho saudades. Muitas. E todos os dias.
Um beijo.
Malae


«I've got to be good,
So I can see my baby when I leave this world»

.

«Tenta, tenta-se tanto que chega a doer. Mas parece que tudo o resto gravita para demonstrar que mesmo no meio de tudo isto vais ser sempre insuperável. E isso também já farta.» Malae

nas tuas águas.

Banham-se os meus sonhos

Nas águas quentes que te formam

Curam-se as minhas feridas

No sal das tuas lágrimas

Percorrem os pés descalços

Os caminhos do rumo certo,

Do mundo imaginado, da realidade que se materializa!

É o teu ar puro a salvação desta vida

Encoberta nas nuvens cinzentas que no céu bailam

Mas que não conhecem o ritmo forte e doce

Das tuas palavras, da tua alma, do teu viver

Voam os meus pensamentos pelas montanhas

Da tua esperança imortal e invencível

Nessa força que busco para renascer

Faz essa viagem a alma que sonha, sonha

Nessas asas que cruzam os céus do mundo

E que pousa e descansa na terra quente

Onde a vida continua na plenitude do querer

E os dias correm ao ritmo do amor que pinta o coração

Ah, Timor! Que o sol que todos os dias nasce

Dê corpo a este sonho

Companheiro das noites longas

Lenitivo que dá sentido à vida!*

Malae

* reeditado

sem resposta.

«Tenho a imagem gravada e não encontro justificação. Queria apenas perceber. Quando naquele dia, já tão distante para ti, olhaste para o sítio onde sabias que me irias encontrar... que procuravas? Foi apenas o derradeiro e final teste? Sabes… durante muito tempo, lembrei-me de ti ali. Naquela imagem que me parecia tão perfeita. E que me fazia acreditar e dar passos em frente. Porque me lembrava de ti. E foi totalmente dispensável.» Malae

ahora y siempre.

«Por vezes, somos absolutamente estúpidos. Principalmente, quando nos entregamos, ou entregamos a alma, a perguntas que não devemos fazer. E que se perpetuam no tempo. Como se este não fosse já demasiado pesado e precisasse de companhias absurdas. Mas deixamo-nos levar por aquele palpitar que nos quer fazer acreditar. E tantas vezes perguntamos: e se um dia fosse diferente? Se por um instante algo mudasse as cartas na mesa? Será a diferença que esperamos?
Mas nunca se pôs esse cenário. Porque a mudança nunca foi sequer equacionada. Iria haver sempre uma solução, porque o passado estava lá. Com o tempo e a cruz que carrega. Portanto, a pergunta era estúpida. E isso devia ser uma realidade incontornável. Tal como o tempo. Que voou. Também ele estupidamente preso. Afinal, o principezinho também pode mentir. Ele sempre teve tantas virtudes como defeitos. A ideia contorce o espírito mas é real. E o sorriso e o brilho nos olhos traziam essas virtudes e esses defeitos. Que ficaram presos a uma pergunta absurdamente estúpida. Que até no passado terá tido a resposta errada. O caminho não pode ter nem mais pedras, nem mais estradas. Resta saber quanto tempo irei demorar a ren
ascer.» Malae

certeza.

«Magoaste-me. Mas não volta a acontecer. Porque eu não deixo. Não te esqueças disso.» Malae

.

Tenho saudades tuas. E isso irrita-me. Malae