ou
alguns sorrisos nunca se esquecem.
Malae
«La vida es un acto de resistencia y de reexistencia. Vivimos, revivimos. Pero todo se sostiene en la memoria. Somos lo que recordamos. La memoria es nuestro hogar nómada. (...) Hay un dolor parecido al dolor de muelas, a la pérdida física y es perder algún recuerdo que queremos. Esas fotos imprescindibles en el álbum de la vida. Por eso hay una clase de melancolía que no atrapa, sino que nutre la libertad. En esa melancolía, como espuma en las olas, se alzan los sueños.»
«E por um dia queríamos que tudo fosse diferente. Voltar a sentir, saber sentir, ter motivos para sorrir. Sentir esta dor que tanto se transforma em raiva, como em melancolia, desvanecer-se e desaparecer. Porque já não chega que adormeça. Está provado que acorda. Queríamos saber ser boas pessoas. Não falarmos e não sentirmos que cada vez que o fazemos cravamos mais uma faca naquilo que somos. Quando, na verdade, nem sabemos muito bem o que isso é. Não ter expectativas, ansiedade, sonhos. Principalmente quando eles são inócuos e só têm uma via. E se possível que tudo isto não se juntasse ao mesmo tempo. Porque, hoje, custa até respirar. E só era preciso que tudo fosse um bocadinho diferente, afinal. Mas como o podemos pedir quando destruímos tudo o que nos rodeia?» Malae
(foto da Dany)Te amo
Te amo de una manera inexplicable.
De una forma inconfesable.
De un modo contradictorio.
Te amo
Con mis estados de ánimo que son muchos,
y cambian de humor continuamente.
Por lo que ya sabes,
El tiempo.
La vida.
La muerte.
Te amo
con el mundo que no entiendo.
Con la gente que no comprende.
Con la ambivalencia de mi alma.
Con la incoherencia de mis actos,
Con la fatalidad del destino.
Con la conspiración del deseo.
Con la ambigüedad de los hechos.
Aún cuando te digo que no te amo, te amo.
Hasta cuando te engaño, no te engaño.
En el fondo, llevo a cabo un plan,
para amarte... mejor.
Pues, aunque no lo creas, mi piel
extraña enormemente
la ausencia de tu piel.
Te amo.
Sin reflexionar, inconscientemente,
irresponsablemente,
espontáneamente,
involuntariamente,
por instinto,
por impulso,
irracionalmente.
En efecto no tengo argumentos lógicos,
ni siquiera improvisados
para fundamentar este amor que siento por ti,
que surgió misteriosamente de la nada,
que no ha resuelto mágicamente nada,
y que milagrosamente, de a poco, con poco y nada
ha mejorado lo peor de mi.
Te amo.
Te amo con un cuerpo que no piensa,
con un corazón que no razona,
con una cabeza que no coordina.
Te amo
incomprensiblemente.
Sin preguntarme, por qué te amo.
Sin importarme por qué te amo.
Sin cuestionarme por qué te amo.
Te amo
sencillamente porque te amo.
Yo mismo no se por qué te amo.
Pablo Neruda, Te amo.
Malae
«As pessoas pensam que uma alma gémea é o par perfeito e é isso que toda a gente quer. Mas uma verdadeira alma gémea é um espelho, uma pessoa que te mostra tudo aquilo que te retém, a pessoa que faz como que te centres em ti mesma para que possas mudar a tua vida. Uma verdadeira alma gémea é provavelmente a pessoa mais importante que alguma vez conhecerás porque deita abaixo as tuas defesas e desperta a tua consciência. Mas viver com uma alma gémea para sempre? Não. É demasiado doloroso. As almas gémeas entram na nossa vida para nos revelarem uma outra camada de nós mesmos e depois vão-se embora.»
«Comer, Orar, Amar. Elizabeth Gilbert»
E o livro já está completamente entranhado. E eu não acreditava nada vir a ligar-me a ele. Malae
Gritar a meio da noite o sentimento
Há tanto tempo preso no pôr-do-sol
Amar sem limites e sem pudor
Enquanto o mundo dorme em silêncio
Beber da tua boca o doce sabor a mate
Incendiado com a ternura do teu sorriso
Reduzir os batimentos num toque tão simples
Nunca de mais, nunca de menos, sempre certo
Inesquecível, inultrapassável, meu
Zarpar e deixar tudo para trás
Enquanto as ondas marcam o ritmo
E a lua banha dois corpos exaustos.
Lembrar, sentir e viver: o último tango em Paris.
Malae
«O tema ainda surge porque, surpreendentemente, me magoou mais do que seria esperado. E não pelo motivo da festa. Mas porque ainda não percebo que raio ali fui fazer. Porque neste momento não sei se valeu a pena esquecer as coisas menos boas, pela suposta causa maior. Principalmente, porque essa se mostrou completamente desligada. Tantas vezes disse a palavra desisti e nunca cumpri. Não sei se será desta. Possivelmente não. Parte de mim é assim: acha que tem que aguentar o barco, por ‘dívidas de gratidão’. Outra, está farta e apetece-lhe gritar isso a alto som. Não sei qual delas vai ganhar, mas sei o que sinto neste momento. E sinto-me irritada, magoada e, até, estúpida. Independentemente das opiniões que possa ouvir. Que distantes, analisam os dados com muito mais coerência. Mas não me apetece ser coerente. Porque dei mais do que devia, por muito que me custe admitir. Porque olho para uma pessoa que nem sequer tem coragem de retribuir esse olhar e pensa que, no minuto seguinte, um pequeno toque resolve as coisas. Mas não o faz. Irrita-me ainda mais. Até porque muitas vezes me leva a pensar se não será também motivo de afastamento de muitos outros. Não sei se consigo perceber o que quer que seja. Ou se calhar consigo e não o quero de todo fazer. E isso também me irrita. Como me irrita a necessidade de escrever sobre o assunto para o fazer desaparecer. Até porque talvez seja verdade que ‘o que não tem remédio, remediado está’. E fica tanto por dizer…»
Malae
«Amo-te. Não porque queira, mas porque o coração deixa. Amo-te. Não porque não te odeie, mas porque é maior do que tudo. Amo-te. Não porque não te tenha esquecido, mas porque vives na memória. Amo-te. Não porque seja fraca, mas porque és a única resistência. Amo-te. Não porque sim, mas porque não há mais nenhuma justificação.» Antiguidades. Malae
Dia Internacional da Mulher.
A todas as Grandes mulheres que conheço.
«Roubaste-me o coração, enquanto brincavas. Sorridente, lindo, perdido. A viver no teu mundo e deixando os outros entrar a espaços. Deixaste que me apaixonasse. Fizeste por isso. Roubaste-me o coração, enquanto brincavas. Com a vida. Como sempre fizeste. Deixando o tempo passar. Aproveitando os segundos, que o minuto a seguir pode não chegar. Roubaste-me o coração, enquanto brincavas. Com as gargalhadas, os olhos brilhantes, as mãos quentes. Com o fulgor, o sentir, o prazer. Roubaste-o coração, enquanto brincavas. Com as lágrimas, com o adeus, com o futuro. Com as portas que se fecham, com as janelas que não abrem, com as saudades que não passam. Roubaste-me o coração, enquanto brincavas. Levaste-o e deste-me o amor. Mas eu já não sei quem tu és.» Malae

| Rabiscos perdidos Numa folha em branco Memórias doces Transformadas em palavras Lágrimas que não se podem guardar A saudade avassaladora das noites longas Os sonhos que voam ou que guardam as asas Desabafos de dias sem cor Sorrisos cheios de vida Melodias que bailam no ar Pensamentos conturbados Em busca de uma explicação Força escondida que nos surpreende A alma que quer caminhar O amor que faz crescer A mulher que se transforma O relógio que segue o seu caminho Uma terra distante que nos acena O caminho que se quer percorrer A estrada que ainda agora começou Fragmentos de uma vida… ILHA LOROSAE! |