diário dois.

Sentei-me no banco. No que foi nosso, no que é nosso, no que vai ser nosso. Estavas lá, de chapéu ao contrário, de calças de fato de treino enroladas, a brincar com um miúdo qualquer. Voltei a estar parada a olhar para ti e a pensar de que mundo vinhas. De onde terias saído para entrar na minha vida. De repente, viste-me e sorriste. Meu deus, sabes como ainda hoje dispara o meu coração? Ajeitaste-te no banco para eu me sentar e desataste a falar sem parar... Naquele banco onde estivemos tantas vezes, onde me ensinaste a ser melhor, onde me salvaste. Um simples banco. Tanto do que fui contigo. Malae

diário um.

Os minutos parecem dias. Estúpido. Há quantos milhões de dias, assim sendo, os meus minutos não parecem minutos porque não são contigo? Mas os minutos parecem dias. E mesmo assim o tempo voa. Porque todos esses minutos que parecem dias são, novamente, os meus últimos minutos contigo. Os meus últimos dias. Malae


tic, tac, tic, tac, tic, tac...

E o que é que eu faço com as saudades que já tenho tuas? Malae

telegrama.

Tenho saudades tuas. E espero que estejas a sorrir, neste momento. Porque só assim o mundo faz sentido. Um beijo. Malae

15.

O sorriso mais bonito do mundo.
Ontem, hoje e sempre.
Porque não havia nada antes disso.

Malae

24 de novembro.

Amo-te.

(e tenho tantas saudades tuas como necessidade de respirar)

Menina dos cabelos de linho.

carta a (um) Neymar.


Vens de bola controlada e ar gingão como se fosses o dono do Mundo. Mas não o és: és mais um. Mais um adversário, mais um inimigo, mais um. Podes ter o nome que quiseres, mas és mais um. E vais entender isso, porque neste campo de batalha quem manda sou eu. Podem estar milhões a elogiar-te, mas é comigo que tens que lutar. E a mim apetece-me dar-te luta. Com o que tudo isso implica. Não olhes para mim com pena, vai custar-te ainda mais caro. A minha vontade é fazer de ti bocados. Para que depois querias fazer de mim pedaços. Podíamos nunca mais sair daqui. Sem saberes, estás a ajudar-me. E eu a ganhar. Vais-me dando luta e eu vou matando o que me apetece. A começar por mim. Vais-me dando luta e eu vou dar razão a todos os que acham que eu não presto. Só para me provar a mim mesmo que é assim. Não tens que entender, não sabes nada. Vens de bola controlada e ar gingão e não entendes que há quem enfrente a vida onde tu procuras um golo. A cada um a sua história. Vais cair, vais protestar, vais reclamar, mas quem se vai rir sou eu. Vou-te mandar para a puta que te pariu, enquanto choco o mundo, vou oferecer-te porrada e vou rezar para que te vires a mim. Se tu me bateres, eu posso reagir. E tu estás autorizado a fazê-lo. Não sintas pena, não aches que me sabes ler quando olhas para mim. Tu estás a decidir o que fazer à bola e eu a decidir o que fazer à vida. Não penses que sabes o que está detrás de um sorriso, de um olhar ou de uma piada. Não sabes. Porque não imaginas que me apetece partir tudo enquanto faço isso, até não sobrar nada de mim. Não penses que levas vantagem porque me vês de lágrimas nos olhos a rir-me da minha própria figura. Porque eu sou eu e os meus demónios. E tu vens de bola controlada e ar gingão mas não me podes ganhar no meu terreno. Podia até pedir-te desculpa, mas não o vou fazer. Porque, no final de tudo, não me dás luta. Não ganhas e viras costas. E deixas-me inteiro. A esperar, todos os minutos, que apareça a oportunidade de voltares, tu, com esse nome ou outro qualquer, de bola controlada e ar gingão, e eu poder fazer de mim tudo o que me apetece. Não olhes para mim e não sorrias. Porque as contas do meu destino acerto eu.
Das metáforas.
Malae.

se Existes.

Por favor. Malae

.

Disseste "siempre". Então, explica-me porque não estás agora, quando és mais preciso? Malae

«you know nothing, jon snow.»

«As pessoas não sabem nada. Essa é a verdade. Continuam a dar-me os parabéns a 9 de Setembro porque continuam sem entender que eu nascia a 4 de Dezembro, 17 anos depois. Insistem porque nem tentam perceber. Mas eu também andei errada. Sempre achei que todos os bocadinhos do meu coração tinham morrido algures a 30 de junho, quando deixei de te ter todos os dias a meu lado, ou noutro dia igual de Dezembro em que nasci, quando me deste um beijo na testa e me mandaste ter juízo, com um sorriso traquina nos lábios... Engano puro: tudo o que vivia em mim morreu na madrugada de 11 de julho, existam mais seis meses ou não. Morreu na tua dor, morreu no teu olhar ferido, morreu nas lágrimas que partilhámos e que nunca mais pararam. Morreu. Em ti, numa metáfora de "do pó nasceste, ao pó voltarás".

Por mais voltas que dê não são muitas as vezes que encontro explicações: porquê só derrotas, tudo tão difícil, tudo esquecido, tanta gente a virar costas, tanta mudança num estalar de dedos porque sim, tanto abandono, tanta perda... Tanta coisa feia. Depois recordo-me: a vida permitiu-me conhecer os olhos mais bonitos do mundo. A salvação num sorriso de menino. O mundo na mão quente das terras do outro lado. O respirar no abraço mais seguro de todos.

És a melhor pessoa do mundo e nunca deixes que ninguém te diga o contrário. Diz-lhes sempre que o teu mau feitio é o teu melhor lado. O que te faz dizer as coisas mais certas, escolher os caminhos que levam aos castelos, o que te torna inigualável. Diz-lhes que lutaste com sangue, suor e lágrimas para chegar ao topo, mas que venceste.  Que tens três pequenos "eu" para continuarem o teu orgulho e que um monte de pessoas te ama de maneira louca. E diz-lhe que um dia salvaste uma criança perdida. Não te esqueças desta parte: é a mais importante, mesmo que talvez nem te lembres. Essa menina vive por causa disso.

Sê sempre tu. Agora, aos 55 e aos 95, chato e rezingão. O mundo seria um lugar melhor com mais gente igual a ti. Tão cheio de defeitos, tão teimoso e com um coração tão grande que tudo isso desaparece. Sempre tu. E essa é a tua maior vitória. Jamais desistas dela.

Enquanto o fizeres, algures no mundo as estrelas vão ser sempre lindas. “E nenhuma pessoa grande jamais compreenderá que isso tenha tanta importância." As pessoas não sabem nada.

Amo-te.

Andrea.»


(Gracias. Malae)


mais um.

Não és o maior, o melhor ou o mais fantástico. És tu. E isso é insuperável. Enhorabuena, campéon. Malae.

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As saudades matam. As saudades doem. E vocês fazem-me tanta falta. Malae

amor&liberdade.cravos&revolução.

Meu Herói.
Obrigada,
25 de Abril, Sempre.

Malae

por um minuto.

Saudades. Saudades, saudades, saudades. Não há outra palavra a usar, só esta. A que come corpo e alma, a que devora a vida. São tantas, que nem todas as palavras do mundo chegariam para as reclamar. Lá fora está frio, mas aqui o gelo é cortante. Nada teria valor se em troca viesse um abraço teu, um sorriso e a promessa de que tudo ficará bem. Se se propagasse no ar o som da tua voz a usar o segundo nome proibido a todos e música no teu cantar. Por um minuto. Apenas por um minuto. O suficiente para recordar o significado da vida. Para ganhar fôlego, esperança, vontade. Para lembrar o que se sente quando se vive e o coração pulsa como nunca. Para não esquecer que o sol e o céu azul estão sempre atrás das nuvens mais escuras mesmo que não se vejam. Para não ter medo das pedras, das pontes e das horas... Saudades. Ainda te lembras do significado da palavra? Malae

confissões.

«Odeio-te. É isso que quero que saibas. Odeio-te. Há mais de 20 anos, para ser correcta. Uma vezes mais, outras vezes menos. Naquelas vezes em que sou eu que vou ganhando a guerra. Ou me vou enganando quanto a isso. Não posso ganhar a guerra se aqui continuas, certo? Mas odeio-te. Tanto como odeio lágrimas e amo os sorrisos que me roubas. E odeio-te ainda mais quando olho e vejo um reflexo derrotado. Sem coragem para te vencer. Sem força. Odeio-te. Porque já me fizeste acreditar que tinhas partido e voltaste. Para te instalares. Não sei como te mandar embora sozinha. Mas não o posso fazer de outra maneira. Odeio-te. Já te disse? Menina dos cabelos de linho.» Dos primeiros passos. Malae

do coração (que não do sangue).

Gostava que imaginasses. Era sinal que não tinhas esquecido. Para perceberes que todos os dias me matas um bocadinho. Que a tua tristeza também é a minha. Queria que tudo fosse como antes. Para poder passar as minhas mãos pela tua barba já tão clara, despentear-te esse cabelo já grisalho e dizer-te "vai ficar tudo bem". Mesmo que ambos soubéssemos que dificilmente assim seria. Como naqueles dias, há tantos, tantos anos, em que discutia contigo, para depois me aninhar no teu abraço. Não sei o que se passa e tenho medo. Tu és dos bons. Dos muito bons. Ainda que tenhas um mapa de erros tão sem fim como o meu. Seria engraçado, se não fôssemos nós. Que somos apenas demasiado orgulhosos. Ou demasiado estúpidos. Eu tenho saudades tuas. Toma conta de ti, por favor. Vais ser sempre o mais velho. Malae

Porquê?

Pena que a resposta nunca chegue... Malae

14.

Dos dias que ficam para sempre.
Dos sorrisos que nos conquistam.
Das vidas que mudam.

Malae

24 de novembro.

Preciso acreditar que me ouves,
que me vês, que estás comigo.
Porque não posso viver a pensar que não sabes que,
mesmo 20 anos depois, te amo como sempre amei.

Saudades.
Muitas e todos os dias.
Menina dos cabelos de linho.

na brisa do vento.

Hoje, ouvi a tua gargalhada. E o coração bateu, leve e fraco, de novo. Malae

da (des)esperança.

Um dia que valesse a pena. 24 horas completas. É pedir muito? Malae

.

Salva-me. Malae

one sweet day.

«Tenho saudades tuas. Tantas que o coração parece que vai partir. Odeio ter que pensar tanto para recordar o teu sorriso, o som das tuas palavras ou o teu cheiro. Não te quero esquecer, mesmo que isso seja impossível. Não quero esta guerra com a memória para te trazer até mim. Quero-te a meu lado, num bater de asas de uma borboleta, numa música, numa brisa nocturna. Na estrela que contempla a minha história. Mas não me deixes nunca. E não permitas que os anos me deixam esquecer-te. Sejam 20, seja a eternidade. Porque eu amo-te. Seja onde for que termine a marginal da vida. Menina dos cabelos de linho.» Malae

do tempo.

Em que altura é que é válido dizer nada mais do que "desisto"? Malae

do passado.

Aquele momento, em que a sós com o bater no coração, nos recordamos como era tudo, antes de tudo mudar. Malae

do fundo do coração.

É impressionante a maneira como o coração dispara e fica feliz só com um pequeno laivo daquela proximidade, que me fazia sentir tão segura. Como se soubesse que, apesar de tudo, a verdade é que somos irmãos de sangue. E eu, teimosa e orgulhosa, amo isso. Malae

LiveStrong.



«Pain is temporary. It may last a minute, or an hour, or a day, or a year, but eventually it will subside and something else will take its place. If I quit, however, it lasts forever.» Always a hero. Always. Malae

do mundo das dúvidas.

O teu sorriso vai ser sempre o mais bonito do mundo? É que ele faz-me mesmo falta. Malae

«estoy haciendo lo que siente el corazón.»

São já quase 14 anos de caminhos cruzados. Durante algum tempo, lado a lado, noutros, a alguma distância, e muitos mais longe. Mas nunca fora do coração. É assim com as pessoas que nos marcam a ferro e fogo, que nos fazem renascer e mudar um caminho que estava gasto e quase perdido. E, agora que estás em casa, feliz e com o sorriso mais bonito que sabes usar, aproveita todos os momentos. Mereces como ninguém. Lado a lado, a alguma distância, ou mais longe, os que te amam querem ver-te no ponto mais alto do mundo, como mereces. A mostrar o caminho, como sempre fizeste, e a seres a pessoa que muitos gostávamos de aprender a ser. E a encheres de orgulho todos aqueles que te conhecem e que sabem que o mundo é um lugar melhor porque o Principezinho é real. Por aqui, continua a gostar-se de verde. E vai ser assim para sempre. Ahora y siempre. Malae

94.


Parabéns, melhor do mundo.

Malae

ai, Timor.

Toma conta de ti, por favor. E dos que aí estão e te amam. Não me deixes de coração nas mãos. Malae

da alma.

Puta que pariu isto tudo. Malae

do outro lado do mundo.


Tenho saudades tuas.
E não há nascer, nem pôr do sol, que amenize isso.


Malae.

13 de junho.

Menina dos cabelos de linho. Malae

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Hoje, o dia está feio e triste. Deve ter tantas saudades vossas como eu. Malae

da realidade.

Todas as bonecas que um dia estiveram na frente da prateleira acabam esquecidas numa caixa no sótão. E o melhor que temos a fazer é aprender a viver com esse facto. Malae

25 de abril.

Eternamente Maia.
Porque os heróis nunca morrem.

Malae

da luz.

Volta, sol. Por favor. Malae

gritos mudos.

Não ouves nada do que te digo, pois não? Malae

do coração.

Não queria nada ter saudades tuas... Malae

das frases.

As palavras são cruéis. E as 'filhas-da-putice' também. Ainda que admitidas. Malae

ser ou não ser.

És uma desilusão. Ou então, és apenas tu e eu criei a imagem errada. Na verdade, não sei se quero saber a resposta. Não imagino com qual seria pior viver. Malae

gesto.

Obrigada pelo sorriso. Obrigada mesmo. Ainda que o gesto possa ter sido vazio de qualquer significado, deste lado foi a melhor coisa da semana. Obrigada por me fazeres sentir como se tivesse 14 anos e eu soubesse que nunca deixarias de lá estar. Mesmo que agora já nem te lembres do gesto. Malae

Natal Diak.


Feliz Natal Merry Christmas Feliz Navidad Joyeux Noël Buon Natale Fröhliche Weinacht Häid Jõule Prettige Kerstagen Kellemes Karacsonyi Ünnepeket God Jul Srecan Bozic Cestit Bozic Glaedelig Jul Hyvaa Joulua WesoTych Swiat Bozego Narodzenia Veselé Vianoce


«and in our world of plenty
we can spread a smile of Joy
Throw your arms around the world
at Christmas time.
»

Malae

Happy B-day.


E uma vida cheia de cor. :)

Malae

13.


De como o tempo passa
ou
alguns sorrisos nunca se esquecem.


Malae

24 de novembro.

Porque me fazes tanta falta hoje, como há 19 anos atrás.
E porque todos os dias gostaria de ter mais um minuto.

Saudades.
Um beijo.


Malae

nem mais.

«Veio o abraço, o “let go” e a consequente paz. Afinal é isso que as pessoas procuram para sobreviver num mundo de “não” sucessivos. O abraço que te ajuda apenas a atravessar e sobreviver, que te levanta um pouco do solo por ser tão alto e, que ao mesmo tempo, não te faz perder o chão.» Da Elite. Malae

.

«No consigo concentrarme y me digo:
No seas tonta que aquí no se está tan mal,
pero la vida me demuestra lo contrario;
día a día voy matando la esperanza de escapar»

Malae

será?

Exigência a mais ou o mundo anda ao contrário? Malae

.

E é, naquele momento em que nos cruzamos com o ódio, que sabemos que nunca o vamos esquecer. E nos voltamos a sentir uma criança com medo. Malae

hoje.

Neste preciso momento, nas horas que agora correm, eu dava tudo para não te ter dito na minha vida. Mesmo que saiba que isso implicaria abrir mão do que de mais bonito tive. Mas, hoje... hoje, é assim! Malae

da (de)pressão.

«E um dia achas que tu já não és tu, e nem deste por isso.» Malae

calm like a bomb.

«E por um dia queríamos que tudo fosse diferente. Voltar a sentir, saber sentir, ter motivos para sorrir. Sentir esta dor que tanto se transforma em raiva, como em melancolia, desvanecer-se e desaparecer. Porque já não chega que adormeça. Está provado que acorda. Queríamos saber ser boas pessoas. Não falarmos e não sentirmos que cada vez que o fazemos cravamos mais uma faca naquilo que somos. Quando, na verdade, nem sabemos muito bem o que isso é. Não ter expectativas, ansiedade, sonhos. Principalmente quando eles são inócuos e só têm uma via. E se possível que tudo isto não se juntasse ao mesmo tempo. Porque, hoje, custa até respirar. E só era preciso que tudo fosse um bocadinho diferente, afinal. Mas como o podemos pedir quando destruímos tudo o que nos rodeia?» Malae

rahun diak ba loron ohin.


rahun diak ba loron ohin.

[33]

ha'u hadomi o.

Malae

.

Diz-se que admitir um problema é o primeiro caminho para a cura. Mas porque raio, depois de admitido, ele não se vai simplesmente embora? Malae

do dia-a-dia.

E, a partir de certa altura, tornou-se sufocante. Uma tortura sem pitada de prazer. A pior das obrigações. Malae

prece.

Não sei se é assim que se pede, se é esta a prece. Mas ouve-me, por favor. Se o objectivo é que eu roce a loucura, não te esforces tanto: eu já lhe sinto o sabor a fel. Já lhe sinto o sabor salgado. Posso ter-te deixado instalares-te como se eu fosse a tua casa, mas é mentira. Eu não quero ser. Mas tenho medo de me mexer. Tenho medo de ter que ir buscar o que todos os dias só quero esquecer. O que vive comigo, mas eu contorno com a mestria possível. Eu não o consigo fazer e se tu não te fores embora nada está a salvo. Por isso, por favor, ouve-me. Parte, percorrendo o mesmo caminho que fizeste para chegar. Porque já basta o mal que faço a mim própria para todos os dias o esconder. Malae

pride (in the name of love)

Como o miúdo cresceu. E se tornou lindo. Mas quem poderia ter dúvidas que o principezinho iria virar rei? Malae

13 de junho.

Mais um. Menina dos cabelos de linho. Malae

quando não andamos a melhor das pessoas.

O pouco sentido que (ainda) existe encontra-se, possivelmente, nas coisas mais improváveis. Em amizades renovadas, em músicas repetidas mas cada vez melhores, em sorrisos novos, em páginas secretas de histórias hilariantes, nalguns dos de sempre, que são sempre de sempre. Em momentos banhados a Licor Beirão. E, neste momento, não se sei se quero mudar isso. Ou mesmo se consigo. Malae

but my heart is heavy and my hope is gone.

Vai-te embora, por favor. Vai. Não tenho força para lutar contra ti, mas não te quero deixar ganhar esta guerra. Vai. Deixa-me dormir, sorrir, viver. Vai. Deixa-me quieta no meu canto, não tornes tudo mais difícil. Vai. Porque eu sou cada vez menos de ferro. Vai, por favor. Não gosto de ti, nunca te quis ter na minha vida e, hoje, duvido que te derrote como já o fiz antes. Vai. Estou esgotada, cansada, só e perdida. E tu estás a aproveitar-te disso. Vai, por favor. Deixa-me manter intacto o tão pouco que resta. Malae

do esquecimento.

«Entre o que foi, o que é e o que pode ser vivem recordações. A vida nunca parou, nem o coração morreu. Nada deixou de acontecer, nem o relógio parou. Mas quando um dia se conhece a perfeição, nunca mais a esquecemos. E ver-te sorrir continua a ser algo incrivelmente belo. E, acho que não é difícil perceber: mas porque haveria de esquecer o melhor que a vida me deu? Nada deixou de acontecer, nem nada vai deixar de acontecer. Se tiver que acontecer. Mas nunca nada disso vai apagar a melhor das minhas memórias. Quando percebi que a imperfeição anda de mãos dadas com a perfeição. E me perdi. E, não, não o quero esquecer. Porque foi aí que me encontrei.» Malae

de pernas para o ar.

Está tudo do avesso. E eu dava tudo para ter o mundo direitinho, como sempre o quis. Ou não? Malae

do lembrar.


Hoje, parece-me um excelente dia para ter saudades.

Malae

das (des)ilusões.

O mundo anda de pernas para o ar. E se, por vezes, algumas pessoas até nos surpreendem, outras há que, todos os dias, transformam um avião num submarino. E, como todos sabemos, os submarinos não ganham asas para poderem voltar a voar... Malae

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Se algum dia me tivessem dito que estaria dez anos sem vos ver, ouvir e abraçar, acharia que seria sinal que eu já não andava cá. Saudades. Malae

one more day.

A sério... eu sou só uma e a minha capacidade de assimilar informação não é assim tão boa. Vai umas tréguas? Malae

.

E, agora, apetecia-me deitar fora o coração. Que já não sei se é de pedra ou papelão... Malae

recuerdos.

Recuar no tempo. E sorrir. (mesmo quando não se deve) Malae

amor&liberdade.cravos&revolução.


Diz-se Salgueiro Maia.

Le-se Liberdade.

Sente-se Herói.

Obrigada.

Malae


só para [me] recordar.

Burra. E é tudo. Malae

*

«Lembro-me dos sacos das compras que se arrumavam. Da porta do frigorífico que fechei e de, ao virar-me, não poder andar. Lembro-me do espaço que diminui entre nós e de querer dizer o "não", que nada em mim tinha vontade. Lembro-me de olhar os teus olhos, ver-te e sorrir. Pensar «isto não vai pelo caminho certo». Lembro-me da tua barba de três dias, ainda menino, do cheiro inebriante do teu perfume e do fresco da tua boca. Lembro-me que já estava apaixonada, mas que naquele dia me conquistaste. E deixaste-me na memória a recordação de um beijo roubado.» E de uma gargalhada. Ou não fosses tu. Malae

euromilhões.

Fosse eu tão perspicaz a analisar a minha vida como sou a acertar em cheio nas situações dos que me rodeiam e evitava-se tanta coisa. Malae

mais um dia.

E quando sentimos que o chão que tocamos é o fundo do buraco que deixámos cavar? Como é suposto aguentar? Malae

sempre maior do que a caixa.

«I made you petty and inconsequential, and nothing special, so that you fit into this tiny… little box.» E de que adianta? Malae

é isso.

Tenho saudades tuas. Muitas. Não devia dizer, não devia admitir, não devia sequer sentir. Mas tenho saudades tuas. Muitas. E já me consumia. Agora, é voltar a esquecer. Malae

liberdade.




Mandela. 11 de Fevereiro de 1990. África do Sul.



Povo. 11 de Fevereiro de 2011. Egipto.


«Hasta la vitoria, siempre»

Malae


remember me.

O dia vai a meio e é impossível contar as vezes que já me lembrei daqueles segundos. Do pequeno momento em que me descobriste sentada no sítio do costume, ao longe. Sorrio perante a recordação. Lembro, agitada. Faz-me reagir de muitas maneiras. E não a consigo largar. A verdade é que o tempo passa, o mundo avança, nós não paramos. O coração volta a preencher-se, volta a sofrer, a sorrir, a viver. Mas será que esquecemos, algum dia, o grande amor da nossa vida? Malae

dos sorrisos.

Hoje, é dia de sorrir. De partilhar sorrisos. A melhor arma do mundo: conquista e não mata. Partilhar sorrisos é bom. Há quem se apaixone por sorrisos e "e coisa mais preciosa no mundo não há". Malae

porque só digo uma vez.

Ouve-me bem: não és tu que me vais ensinar nada. Malae

"dos abraços."

«Sabes, Ruben Patrick, quando uma mulher te pedir que a abraces não julgues que é coisa pouca, quando uma mulher te quiser abraçar é porque alcançaste um nível superior nisso de uma mulher te querer bem, não o menosprezes, não confundas um "abraça-me" com um "quero saber a que sabe a tua língua", são coisas diversas Ruben Patrick, em verdade te digo, não te disperses com carícias em lóbulos de orelha nem com dedos entrelaçados no cabelo dela, trata-se de um abraço, Ruben Patrick, é muito diferente, talvez não te aconteça segunda vez, trata-se a segurares de uma forma única, a meio caminho entre a suavidade e a firmeza, depois deixa que a cabeça dela encontre posição no teu ombro e depois, só depois, trata de encostar o teu coração ao dela, finalmente, Ruben Patrick, não digas nada, aprecia o momento, abraçar uma mulher porque ela te pediu é coisa que pode não voltar a acontecer-te»

in http://pipocomaissalgado.blogspot.com


Felizmente, ainda há homens que sabem o que dizem! Malae

Rahun tinan foun 2011


Um bom ano de 2011.

[não vale a pena complicar o simples]


Malae

rainbow day.

Que o número redondo traga um mundo de coisas boas.
Nas cores do arco-íris.

Parabéns, miúda!

Malaezinha (:p)




.

Tenho saudades tuas. Malae

Pessoa.

«Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.

Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.

Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive»

[Ricardo Reis]


Fernando Pessoa. (Lisboa, 13 de Junho de 1888 — Lisboa, 30 de Novembro de 1935). A alma do sentimento. Malae

24 de novembro.

Saudades.
Não multiplicadas por 18.
Mas por toda a vida.

Fazes-me falta.

Um beijo.
Malae

tú eres mi karma.

En tu cruz me clavaste. Malae

12 de novembro de 1991.


As vozes que a Indonésia quis calar ouviram-se no mundo inteiro.


As caras que nunca esqueceremos.


As vidas que se homenagearam com a liberdade.


Ha'u hadomi o, Timor!


Malae