sempre.


Hora de acreditar.
Malae

13 de junho.

Menina dos cabelos de linho. Malae

cielo.


«conversaciones con Dios»

Malae

silence.

-"You're scared of me?"

-"I don't want to be."

Malae

o último tango em paris.

Gritar a meio da noite o sentimento

Há tanto tempo preso no pôr-do-sol

Amar sem limites e sem pudor

Enquanto o mundo dorme em silêncio

Beber da tua boca o doce sabor a mate

Incendiado com a ternura do teu sorriso

Reduzir os batimentos num toque tão simples

Nunca de mais, nunca de menos, sempre certo

Inesquecível, inultrapassável, meu

Zarpar e deixar tudo para trás

Enquanto as ondas marcam o ritmo

E a lua banha dois corpos exaustos.

Lembrar, sentir e viver: o último tango em Paris.



Malae

19/20 de maio.


«rahun diak ba loron ohin.
ha'u hadomi o, Timor»

Oito anos de liberdade.
Oito anos de aprendizagem.
A eternidade para seres feliz.

Malae

está decidido.

Não vou deixar que me chateiem. Vou pegar nas coisas que me fazem feliz e sorrir para elas. Pequenas, grandes, antigas e actuais. Vou. Porque me apetece dar importância ao que realmente a tem. Porque me apetece revoltar contra algumas coisas. E, porque não vale a pena, vou sorrir. Seja para as estrelas, para os livros, a ouvir músicas ou para os amigos. O resto? Quando me apetecer, importo-me com isso! Malae

«é isso aí»

Sempre me considerei muito boa a avaliar o carácter das outras pessoas! Pelos vistos, ando a enganar-me muito. Malae

tanto por dizer.

«O tema ainda surge porque, surpreendentemente, me magoou mais do que seria esperado. E não pelo motivo da festa. Mas porque ainda não percebo que raio ali fui fazer. Porque neste momento não sei se valeu a pena esquecer as coisas menos boas, pela suposta causa maior. Principalmente, porque essa se mostrou completamente desligada. Tantas vezes disse a palavra desisti e nunca cumpri. Não sei se será desta. Possivelmente não. Parte de mim é assim: acha que tem que aguentar o barco, por ‘dívidas de gratidão’. Outra, está farta e apetece-lhe gritar isso a alto som. Não sei qual delas vai ganhar, mas sei o que sinto neste momento. E sinto-me irritada, magoada e, até, estúpida. Independentemente das opiniões que possa ouvir. Que distantes, analisam os dados com muito mais coerência. Mas não me apetece ser coerente. Porque dei mais do que devia, por muito que me custe admitir. Porque olho para uma pessoa que nem sequer tem coragem de retribuir esse olhar e pensa que, no minuto seguinte, um pequeno toque resolve as coisas. Mas não o faz. Irrita-me ainda mais. Até porque muitas vezes me leva a pensar se não será também motivo de afastamento de muitos outros. Não sei se consigo perceber o que quer que seja. Ou se calhar consigo e não o quero de todo fazer. E isso também me irrita. Como me irrita a necessidade de escrever sobre o assunto para o fazer desaparecer. Até porque talvez seja verdade que ‘o que não tem remédio, remediado está’. E fica tanto por dizer…»

Malae

e é isto.

«He took something from me. He took little pieces of me, little pieces over time, so small I didn't even notice, you know? He wanted me to be something I wasn't, and I made myself into what he wanted.

One day I was me Cristina Yang, and then suddenly I was lying for him, and jeopardizing my career, and agreeing to be married and wearing a ring, and being a bride. Until I was standing there in a wedding dress with no eyebrows, and I wasn't Cristina Yang anymore.

And even then, I would've married him. I would have. I lost myself for a long time. And now that I'm finally me again, I can't.

I love you. I love you more than I loved Burke. I love you. And that scares the crap out of me because when you asked me to ignore Teddy's page, you took a piece of me, and I let you. And that will never happen again.»

[Yang]

Malae

Cravos&revolução.Liberdade&amor.


Obrigada.
Ontem, hoje e sempre.
Na imortalidade do dia que ajudaste a tornar real.
Na madrugada do sonho que não abandonaste.
Herói do cravo, na cor que define a grandiosidade do teu coração.
25 de Abril, Sempre.

Malae

sussuros.

Vou dizer baixinho, para que nenhum de nós oiça. Foge, ou isto ainda vai ficar complicado para os dois. Agora, espero que não oiças e fiques por aqui. Malae

só hoje.

Hoje, resolvi abrir a gaveta e deixar-te sair. Para fazeres companhia ao céu azul e ao sol mais quente. Mas vou ter de te guardar outra vez. Há vícios que nos fazem muito mal. Mesmo que nos lembrem o melhor. E tens de ficar na gaveta. Hoje, não me apetece. Malae

dados viciados.

«Amo-te. Não porque queira, mas porque o coração deixa. Amo-te. Não porque não te odeie, mas porque é maior do que tudo. Amo-te. Não porque não te tenha esquecido, mas porque vives na memória. Amo-te. Não porque seja fraca, mas porque és a única resistência. Amo-te. Não porque sim, mas porque não há mais nenhuma justificação.» Antiguidades. Malae

Neda.

Caiu no chão, vitimada pelo tiro inimigo, ligado ao regime, quando gritava pela liberdade, nesse som que todos os dias vive em mim. Pintou de sangue a revolução verde, ao não desistir de procurar mudar o Mundo onde (não) vivia, mas sobrevivia como mandavam. Lutou, pagou com a vida. Mas não desistiu. É um símbolo, apenas mais um, da luta das mulheres. Porque existe quem não tenha voz, quem viva na escravatura, quem seja apenas um objecto. Mas tenha a força da natureza em sim. Tenha a grandeza da vida. Traga o Mundo na alma. Quem precise que alguém lhe dê voz. E também não desista. Hoje, eu sou Neda Agha-Soltan. Malae



Dia Internacional da Mulher.
A todas as Grandes mulheres que conheço.


roubo (ou o melhor da vida).

«Roubaste-me o coração, enquanto brincavas. Sorridente, lindo, perdido. A viver no teu mundo e deixando os outros entrar a espaços. Deixaste que me apaixonasse. Fizeste por isso. Roubaste-me o coração, enquanto brincavas. Com a vida. Como sempre fizeste. Deixando o tempo passar. Aproveitando os segundos, que o minuto a seguir pode não chegar. Roubaste-me o coração, enquanto brincavas. Com as gargalhadas, os olhos brilhantes, as mãos quentes. Com o fulgor, o sentir, o prazer. Roubaste-o coração, enquanto brincavas. Com as lágrimas, com o adeus, com o futuro. Com as portas que se fecham, com as janelas que não abrem, com as saudades que não passam. Roubaste-me o coração, enquanto brincavas. Levaste-o e deste-me o amor. Mas eu já não sei quem tu és.» Malae

46664.



O fim da linha e o início da humanidade. Vinte anos depois, a saída daquela prisão é o maior exemplo de uma luta eterna, repleta dos valores consagrados na vida dos Bons. Como, infelizmente, existem poucos. Mas existes tu, Madiba, e, enquanto isso acontecer, à esperança. A crença que triunfe o amor, o exemplo, a bondade. Que ganhem os bons, que vençam os que sonhas, que a conquista seja dos que vêem o Mundo a cores. Obrigada, muito obrigada. 46664. Madiba. Mandela. Homem do Mundo. O verdadeiro. Malae



“Percorri esse longo caminho para a liberdade. Tentei não fraquejar; dei passos errados ao longo do percurso. Mas descobri o segredo: que, depois de escalar uma grande montanha, apenas se descobre que há muitas mais montanhas a subir. Parei um pouco para descansar, para deitar uma olhada à vista maravilhosa que me rodeia,para olhar para a distância, de onde vim. Mas posso descansar somente por um momento, porque com a liberdade vêm as responsabilidades – e não me atrevo a demorar-me, pois a minha caminhada ainda não terminou.” Nelson Madela, in «Longo Caminho para a Felicidade»
















Dói como se fossem chagas. Mas desenganem-se: dói hoje, como dói sempre. E desenganem-se ainda mais: são muito mais os sorrisos, que as dores. São muitos mais as alegrias, que as tristezas. E nem é preciso ninguém compreender. Quanto mais dói, maior é o amor. São assim os verdadeiros. amores. E ninguém disse que, mesmo a escolher o clube, eu seria diferente. 26524 é o número que me identifica. Diz-se Sporting Clube de Portugal, lê-se Vida. Ontem, hoje e sempre. Malae