[Saudades. Outra vez. Muitas.]
Vontade.
[Hoje, vi-te. E as recordações fizeram o meu coração bater mais depressa. E lembrei-me que não devemos afastar aqueles que nos querem bem.Malae]
Montanha russa.
«Entre o sentir e o perder. Entre o acreditar e o desesperar. Entre o sorrir e o fugir. Entre o querer e o desprezar. Entre a alegria e o vazio. Entre a garra e o peso insuportável do mundo. Entre o saber e o evitar. Entre o bem e o mal. Como se de um momento para o outro tudo fosse opostamente diferente. Sem controlo e sem vontade. O fim de uma semana de noites banhadas de berlindes transparentes. Menina dos Cabelos de Linho.» É segredo. Malae |
Roubo.
| «Depois, pegaram nela e abriram-na ao meio. Levaram os sentidos, o sentir e o saber. O corpo inerte chora, por só respirar, já não saber viver». Malae |
Multiplicação do 27.
Hoje e sempre.
Malae
[Well tonight thank god it's them instead of you]

27 diamantes.
'Somewhere over the rainbowBlue birds flyAnd the dreams that you dreamed ofDreams really do come true '
Arco de cores, de sorrisos e de vida
Paleta de sonhos, amores e sentires
Espírito dançante, moldado, acertado
Lágrima perdida, em alegria achada
Caminho traçado, conseguido, desenhado
Pedras de um castelo gigante, doce e colorido
Pincelado com 27 lindos diamantes.Parabéns, Dany-Rainbow!
Malae
Segunda geração.
[Bem-vindo, Rodrigo! Parabéns, Tanita e Nélso!]
24 de Novembro.
(a)moral.
Quanto?
hasta la victoria, siempre!
Talvez um dia.
“Luto. Corre o tempo último perante a necessidade de entrar num processo duplo. De luto. Para enterrar o passado que me persegue e se detém sempre a meu lado. De luto. Porque só lutando contra mim própria tudo pode mudar. Agora, hoje, neste momento, dói ver-te, como tem doído ultimamente. Não sei já se te hei-de agradecer, se hei-de te culpar. Roubaste-me a única coisa que me distinguia dos outros. A minha força, as paredes indestrutíveis de um castelo que tanto trabalho deu a construir. O único traço me que dava marca, graça, ser. E tu levaste-o. Como levaste a minha vida, o meu sentir, o meu pensar. E eu deixei. Agarrei o vazio que ficou no teu lugar e tornei-o em ti. Porque era assim que te sentia perto. É assim que te sinto todos os dias. Sem perceber a rapidez com que tudo enterraste. Sem perceber que foi como um jogo, que quando acaba se deita para trás das costas, porque tudo é efémero. Sem perceber que dançavas no vazio, num jogo que nunca irias perder, porque as regras foram feitas por ti. Dói. Como não doía há muito tempo. Foste um falhanço. Talvez apenas mais um. Porque olho para trás, e pergunto onde me perdi. Não tens as culpas todas. Fui eu que deixei. Procuro-me. Sinto-me em bocados de um passado que já não posso recuperar. Nunca. O comboio passou uma vez. Deixei-me ficar naquela estação que me prendia a um mundo que acabara de perder, com ele, ficou tudo o resto. Os sonhos, as vontades, as realizações. Fui eu que tudo deixei ir abaixo. Porque perdi a força. Como quando se perde um pouco de nós. E eu fui perdendo. Porque tanto que contigo se perdeu era apenas a minha vida. Não só tu. Todos. Um mundo que era meu desde sempre. E eu não o reconstruí. Fiquei apenas nas ruínas que tanto me diziam. Como se do pó, surgisse de novo o meu traço único. Mas nada na vida se ganha. Só se conquista. E as minhas lutas não dão em conquistas. Porque não sei já lutar. Sinto falta de tanta coisa. És apenas mais uma. Talvez nem a mais importante. Mas a que mais me persegue. Porque foste o marco. Há contigo um antes e depois. E nesse tempo tudo aconteceu. E no paradoxo em que me rejo procuro força para lutar. E encontro-a em ti. Serás sempre um exemplo. Mesmo que doa. Devo-te isso. Porque foi assim que abri os olhos. Não aprendi. Talvez nunca seja capaz de o fazer. Se assim fosse, nenhuma destas linhas tinha texto. Não procuro fazer sentido. Não procuro sentir. Se voltar atrás, se calhar não reconheço o que escrevi. Não reconheço a pessoa que aqui está. Mas reconheço o processo, a dor, o vazio. Conheço a saudade. Conheço o falhanço. A sobrecarga que deixo naqueles que ainda me acompanham. A desilusão do que se tornou. A vontade de um abraço. A vontade de um sorriso. A vontade de uma mão especial. Tudo perdido. Tudo sentido. Tudo igual. Isso reconheço. Como reconheço o longo caminho do processo duplo. Talvez sem fim. Talvez sem nexo. Uma vez se disse, que depois de se conhecer a felicidade, talvez daí para a frente, nada mais seja igual, ou próximo. Conheci-a. Mesmo sabendo tudo o que sei. Só posso dizer que a conheci. E talvez seja por isso que me submeti. Me perdi. Aceitei. Porque quando se sente que não se merece mais, tudo o que vem é a mais. E contra isso, aprendemos apenas depois que deixamos ir. Que mais uma vez perdemos o comboio. Que no mundo tudo o que vem, tem sentido. Que faz parte de qualquer coisa com sentido e ordem. E se não agarrarmos essa ordem, somos apenas pó numa galáxia. À qual não pertencemos. Talvez um dia o processo se conclua. Talvez um dia. Luto. Duplo. Por mim. Pelo menos desta vez. (I) Andrea” |
Queria.
Queria ter-te junto a mim. Queria sentir-te próximo, sentir-te realmente. Queria uma saudade que se tornasse dolorosa e quente. Que não fosse um fogacho passageiro que todos os dias morre e raramente cresce. Queria que me mudasses. Que desses algum sentido ao correr dos dias. Queria ver nesse sorriso o espelho que me aquece a alma. O caminho certo para percorrer. Queria olhar fundo nos teus olhos. E ver neles o sonho de menina que acredita. Queria uma lágrima que caísse. Mas uma lágrima certa, uma lágrima triste mas feliz. Queria conseguir mudar. Sair da camisa-de-forças que me detém. Queria redesenhar a história. Passar por tinta o futuro que não crio. Queria conseguir alcançar-te. Tornar-te num desafio à minha maneira. Queria escrever-te. Sinal que te tornavas importante. Queria. Mas o meu querer está preso. Não preso a ti, não preso a mim. Preso. Mas eu queria. Por mim. Que por ti não há querer. Queria. Acredita que queria. Malae |
Mais um.
Parabéns, um beijo e saudade. Como daqui a esse lado do Mundo. O perfeito.
Malae
linhas estreitas.
Rasga-me a pele! Leva com ela o mundo de sentimentos Que o teu toque deixa no corpo Arranca com o teu doce sorriso Este coração dorido e perdido Sem saber com voltar a bater Recebe esta alma sentida Sobrevivente em passos perdidos de ti Saudosa do calor brando de mel Deixa-me cair! Renega a esperança que me acode Estilhaça a compaixão que me aflige Pega na mão que pede clemência Afasta-a do âmago condenado Dá-lhe mundo longe do sentir Suspende a respiração ofegante Nega um beijo perdido e seco Dá preto e branco ao sorrir Prende-me a ti! Conta-me o que escondido me realiza Explica-me o verdadeiro caminho Segura o mar violento que me revolta Acalma as ondas tristes no horizonte gris Aponta a areia quente e feliz Renega a dor na tela branca Tira do sangue a tinta espessa da vida Fecha o livro das contradições Feitas linhas estreitas na pele que deixo em ti! Malae [por quem não sabe o que diz. por quem não sabe o que sente. por quem perdido se procura. por quem recomeça no meio. por quem de um ponto quer fazer uma linha. por quem de um sonho quer um sorriso. por quem espera para viver. por quem divide para acreditar. por quem da calçada faz o caminho. por quem de uma história constroí o mapa. por quem de uma recordação se mantém vivo. por quem do mundo que desconhece não pode fugir.] |
a melhor escola.
"Prometi a mim mesma, num dia em que tudo parecia fazer mais sentido, que nem mais uma palavra diria ou escreveria sobre o turbilhão de sentimentos que provocas em mim. Que ficarias guardado na gaveta secreta, sem chave, sem abertura, sem hipóteses de recordar. Ficarias preso a sentimentos, saudades, deixando lágrimas, sorrisos, memórias. Mas em silêncio. Aquele sepulcral que se esconde e não quer ser partilhado. Foi uma decisão talvez extemporânea, talvez sem nexo. Mas era meu desejo levá-lo até ao fim. Cumprir com todas as minhas forças uma ideia certa, que não magoa, que não causa dano. Mas, há sempre um mas. Uma qualquer razão que evocamos para voltar atrás nas decisões que desejamos profundas e irreparáveis. E ver-te sorrir continua a ser motivo para andar para trás. Perco-me nesse olhar cor de céu, que ganha uma doce malícia quando passas a mão pelo cabelo desalinhado. Aquele sorriso fino e traquina que deixas em cada acção, cada movimento. Continuas a amar a vida, como fazias quando estávamos mais perto. Abraças o Mundo com os teus sonhos, como prometeste fazer todos os dias. És tão tu em todos os momentos, que é difícil acreditar que o tempo também passou por ti. E, sem explicação aparente, continuas a surgir em sonhos, a dominar pensamentos, que se querem concentrados nas obrigações diárias. Não tem explicação, porque recuso a 'verdade insofismável' de quem defende que é mais fácil voltar a não acreditar no Amor, do que correr o risco de sofrer. Acreditar, acredita-se sempre. Com mais ou menos oportunidades, com mais ou menos fulgor. Cruzamo-nos com novos desafios, enfrentamos novas palpitações, e nada controlamos. Mas, e há sempre um mas, se, por alguma vez na Vida, parámos no tempo e deixámos lá o nosso coração, não se trata de acreditar. Trata-se de não conseguir resgatar. Desejamos seguir em frente e acabamos por fazê-lo. Lá fora, na penumbra da noite guia, é o encanto que nos espera. Foste tu que me o ensinaste. Há sempre caminho, há sempre futuro. Mas o Passado não se esquece, não se apaga. Muito menos, quando fez de nós o que hoje somos. É isso que te devo todos os dias. Quando te entrego o meu sorriso, na proporção de todos aqueles que me dás. Mesmo que ninguém perceba ou que todos critiquem. Foste e serás a minha melhor escola. E essa dívida nunca te poderei pagar. 'Ahora e siempre', Andrea." Malae |
e íntima e infinitamente abraçou a tua alma.
Lá, longe.
I walked across an empty land I knew the pathway like the back of my hand I felt the earth beneath my feet Sat by the river and it made me complete Oh simple thing where have you gone I'm getting old and I need something to rely on So tell me when you're gonna let me in I'm getting tired and I need somewhere to begin I came across a fallen tree I felt the branches of it looking at me Is this the place we used to love? Is this the place that I've been dreaming of? Oh simple thing where have you gone I'm getting old and I need something to rely on So tell me when you're gonna let me in I'm getting tired and I need somewhere to begin
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Timor.
Aquela praia guarda segredos e desejos. É percorrida por milhares de pés descalços que voam em objectivos que tardam em concretizar-se. Pequenas vidas ainda sem noção do Mundo, que sedento e lá tão distante, espera um pequeno passo para voltar a dominar e mandar. Sorrisos gratuitos e lágrimas constantes, numa mistura que começa a ser explosiva.
As armas, contra irmãos e não contra o inimigo "vermelho e branco", saltam dos baús e aterrorizam quem antes se escondia debaixo da mesma cama. Ataques, assaltos, banhos de sangue de quem tanto passou. Escolhas de quem recorre ao passado para lutar por um futuro que nunca conseguiu desenhar. Sortilégios finais da solidariedade esquecida, de rios de lágrimas de amizade que uniam a ilha do crocodilo.
A esperança encravada em balas perdidas nos palácios reduzidos a cinzas, apelos lançados ao coração de um homem que sonha em tirar fotografias e ser feliz. Pegar pela mão os pequenos filhos e ensiná-los a amar a terra quente que lhe custou a sabedoria da vida.
Uma pequena nação perdida num mundo de promessas, sonhos desfeitos, sussurros, esquecimento e solidão. Um pequeno povo prestes a enfrentar uma luta fratricida, um ajuste de contas com o destino, que ninguém quer escrever. Rostos que esquecem o coração gigante que transportam, cedendo à tortura fácil de quem maneja a (falta) de razão. A lenda do crocodilo presa no som estridente da arma de um major.
Protege-te! Cuida de ti! A dobrar.
Ha'u hadomi o, Timor!
Malae
Por momentos.
Agora já estou um pouco consolado. Quer dizer… não de todo. Mas sei muito bem que ele voltou ao seu planeta porque, ao nascer do dia, não encontrei o seu corpo. Não era um corpo assim tão pesado... E à noite gosto de ouvir as estrelas. São como quinhentos milhões de guizos...
Mas a verdade é que se passa uma coisa extraordinária. Esqueci-me de acrescentar a correia de couro ao açaimo que desenhei para o principezinho. Ele nunca terá podido colocá-la na ovelha. Então pergunto a mim próprio: "O que terá acontecido no seu planeta? Talvez a ovelha tenha comido a flor…”
Umas vezes digo para mim próprio: “ De certeza que não! O principezinho fecha a sua flor todas as noites na redoma de vidro e vigia bem a sua ovelha..." Então, eu sinto-me feliz. E todas as estrelas riem suavemente.
Outras vezes digo para comigo: "Acaba-se por ter uma distracção de vez em quando, e isso é quanto basta. Esqueceu-se, uma noite, da redoma de vidro, ou então a ovelha saiu durante a noite sem fazer qualquer ruído…” Então, todos os guizos se transformam em lágrimas...
É um mistério muito grande. Para vocês, que também gostam do principezinho, tal como para mim, nada no universo é igual, se nalgum lado, não se sabe onde, uma ovelha que não conhecemos, comeu ou não comeu uma rosa…
Olhem o céu. Perguntem a vocês mesmo: A ovelha comeu ou não comeu a flor? E verão como tudo se altera… Terá ou não terá o carneiro comido a flor? E verão como tudo fica diferente...
E nenhuma pessoa crescida compreenderá nunca como isso pode ter tanta importância!”
[O Principezinho, Antoine de Saint-Exupéry]

[Estrelas. Pontos no escuro repletos de dons, caminhos, sonhos. Pequenas luzes repletas de significado e de precisão. Gosto das estrelas. Muito. De as ver, de as ouvir, de lhes falar. Não é para compreender. Gosto. E aprendi-o. São a salvação de noites longas, entrando pela janela aberta e brilhando em sinal de esperança. São testemunhas silenciosas de lágrimas e sorrisos. São a doce compensação de dias intermináveis. Gosto de as procurar nos dias nublados, ver o seu aparecer fosco, mas sempre presente. Gosto de descobrir aquelas que mais brilham, perceber onde estão, seguir o seu destino. Gosto de escutar as palavras sábias que ditam sem palavras. Gosto. E aprendi-o. Confio nas estrelas. Na sua sensibilidade, no seu bom-senso, na sua estima. Sei que nos guiam, nos ensinam, nos ajudam. Que ouvem os desabafos em todos os gestos do quotidiano. Que pincelam os nossos sonhos com cores de ouro. Vejo nelas as longas jornadas que se percorreram e aquelas que ainda não estão escritas. No seu infinito, mostram-nos a Vida, a força que devemos ter e iluminam o caminho a seguir. Elas, as estrelas, estão sempre lá… no caminho lácteo de um destino que elas também trilham. Olhem as estrelas e sorriam! O vosso caminho ainda agora começou! E elas, as estrelas, estão com vocês! Porque ele é luminoso e grande! Malae]
[Á Rainbowzinha! Ao Padrinho!]
Sentidos.
Sentidos.
Rabiscos do ser
Na ânsia do futuro.
Percepções ínfimas
De constelações de momentos.
Rios de caminho
Navegados no infinito.
Aguarelas coloridas
De lágrimas perdidas.
Sorrisos ardentes
De paixões fugidas.
Palavras sumidas
No traço de um céu.
Instantes vividos
No carrossel sem destino.
Sentidos.
[Ao Padrinho. Um beijo.]
Malae
Borboleta.
Bates as asas!
Pegas nos sonhos
E conquistas quimeras!
Bates as asas!
Suspiras, choras, pensas
Arriscas ser na dor do querer!
Bates as asas!
Deixas o mundo consumir-te
Na incerteza do amanhã!
Bates as asas!
Esperas com desespero
O doce amanhecer de um sorriso!
Bates as asas!
Na esperança da salvação
No voo que ninguém prende!
Bates as asas!
Para que o dia seja mais que um dia
Para que o coração bata com razão!
Bates as asas!
Para que o sentido se encontre
No devaneio constante!
Bates as asas!
Vês, tocas, sentes
Para que a vida tenha mais sentido!
Bates as asas!
Malae
(pode ler-se nos dois sentidos)

[Não, não vais ler. Não, não vais saber. Não, não vais sequer compreender. A borboleta bate as asas aqui, mas o seu efeito pode sentir-se do outro lado do Mundo. Podes até sentir, mas nada mais. Porque não podes, não queres e não consegues. Porque todos os minutos estão cheios de tudo, mas sem ti. Porque na lágrima da certeza, prima a saudade e a ausência. Porque o voo faz-se no vazio de uma falésia que perdoa mas não liberta. Porque bates as asas mas não te deixas voar.] |
dons.
resolução n.º 2007.

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Natal Diak [do they know it's christmas?]
It's christmastime there's no need to be afraid At christmastime we let in light and we banish shade And in our world of plenty we can spread a smile of joy Throw your arms around the world at christmastime But say a prayer, pray for the other ones At christmastime it's hard, but when you're having fun There's a world outside your window And it's a world of dread and fear Where the only water flowing Is the bitter sting of tears And the christmas bells that ring there are the clanging chimes of doom Well tonight thank god it's them instead of you And there won't be snow in africa this christmastime The greatest gift they'll get this year is life Where nothing ever grows No rain nor rivers flow Do they know it's christmastime at all? Here's to you Raise a glass for everyone Spare a thought this yuletide for the deprived If the table was turned would you survive Here's to them Underneath that burning sun You ain't gotta feel guilt just selfless Give a little help to the helpless Do they know it's christmastime at all? Feed the world Feed the world Feed the world Feed the world Feed the world Let them know it's christmastime again Feed the world Feed the world
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Feliz Natal Merry Christmas Feliz Navidad Joyeux Noël Buon Natale Fröhliche Weinacht Häid Jõule Prettige Kerstagen Kellemes Karacsonyi Ünnepeket God Jul Srecan Bozic Cestit Bozic Glaedelig Jul Hyvaa Joulua WesoTych Swiat Bozego Narodzenia Veselé Vianoce
Arco-íris. [parabéns]
Dança a menina Que conserva os sonhos Bailam na alma As alegrias incontidas As tristezas escondidas Refugiam-se os medos Luta a coragem Sorri! Chora! É! Um mundo de sete cores Que brilha todos os dias! Malae
Parabéns, Dany Rainbow!
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[strange day.]
(...) And if you look, you look through me And when you talk, you talk at me And when I touch you, you don't feel a thing If I could stay... Then the night would give you up Stay...and the day would keep its trust Stay...and the night would be enough Faraway, so close Up with the static and the radio With satelite television You can go anywhere Miami, New Orleans London, Belfast and Berlin And if you listen I can't call And if you jump, you just might fall And if you shout, I'll only hear you If I could stay... Then the night would give you up Stay...then the day would keep its trust Stay...with the demons you drowned Stay...with the spirit I found Stay...and the night would be enough (...) |
Stay (Faraway, So Close!), U2
Pablo Neruda. Salvador Allende. Chile.
![]() LOS MUERTOS DE LA PLAZA (28 de enero de 1948. Santiago de Chile) YO no vengo a llorar aquí donde cayeron: vengo a vosotros, acudo a los que viven. Acudo a ti y a mí y en tu pecho golpeo. Cayeron otros antes. Recuerdas? Sí, recuerdas. Otros que el mismo nombre y apellido tuvieron. En San Gregorio, en Lonquimay lluvioso, en Ranquil, derramados por el viento, en Iquique, enterrados en la arena, a lo largo del mar y del desierto, a lo largo del humo y de la lluvia, desde las pampas a los archipiélagos fueron asesinados otros hombres, otros que como tú se llamaban Antonio y que eran como tú pescadores o herreros: carne de Chile, rostros cicatrizados por el viento, martirizados por la pampa, firmados por el sufrimiento. Yo encontré por los muros de la patria, junto a la nieve y su cristalería, detrás del río de ramaje verde, debajo del nitrato y de la espiga, una gota de sangre de mi pueblo y cada gota, como el fuego, ardía. Pablo Neruda (Canto General. V. La arena traicionada) |
Oito anos depois.
24 de Novembro.
Neva sobre a Marginal só que a neve não espera não se vai com a primavera nem fica à espera no chão Neva sobre a Marginal quem me dera que mar fosse o mar é muito mais doce e não fere o coração (Luís Represas, Neva sobre a Marginal) ![]() |
Um beijo. Um beijo. Um beijo. Um beijo. Um beijo. Um beijo. Um beijo.
Um beijo. Um beijo. Um beijo. Um beijo. Um beijo. Um beijo. Um beijo.
Malae
Chave.

Regalo.
Nos presentó tu amiga
la que dice que adivina futuros por venir
no sé que más decir
sentado del pasillo en una orilla
¿te acuerdas ya de mí?
Um sorriso perdido num recanto escondido. Um gesto simples de afecto e doçura. Um olhar que desbrava mil caminhos. Um sentido que ganha vida e cor.
Regálame la silla, cansada de la esquina
donde te esperé, donde siempre te esperaba, amor
yo puedo regalarte alguna risa
y hacer una canción
y un pañuelo de lunares
te regalo tiempo pa' que te lo pongas
y una promesa, niña
si te encuentro un día
te pienso dar de una
todos aquellos besos que te merecías
Uma historia que se constrói aos poucos. Uma espera quente e compensadora. Uma alegria inolvidável e acolhedora. Uma gargalhada perfeita e conquistadora.
Por el puente de la esperanza
buscaba un rinconcito para la risa
pensando que ha valido la pena amarte
pasamos momentitos tan flamenquitos
y vimos rinconcitos pa' enamorarse
la calle del pensamiento
me lleva a aquella orilla, no sé si te acuerdas
regálame la silla que tiene arte
yo paso por tu puerta casi to' os días
yo paso y tú decides cuándo asomarte
cuando asomarte
Um doce momento que espreita e fica. Um banco testemunha cega e perdida. Um querer mais do que se pode. Um amar mais do que se quer e se consegue.
Y hasta volvieron de las rimas
imágenes jugando, colgás de no sé qué
seguro que era abril
volvieron todas, todas menos una
que se olvidó de mí
Uma criança que renasce todos os segundos. Uma fria ribeira que não se perde e se encontra. Uma simples manha envolvida em sorrisos. Uma memória perfeita e desenhada a paixão.
Que el pañuelo es pa' llorarte
y no tiene remedio para el que componga
si alguna vez te encuentro por mi cobardía
te pienso dar de una
todos aquellos besos que te merecías
Um suspiro envolto na esperança. Um voltar todos os momentos. Um acreditar sem limite. Um viver em ti até ao fim.
Por el puente de la esperanza
buscaba un rinconcito para la risa
pensando que ha valido la pena amarte
pasamos momentitos tan flamenquitos
y vimos rinconcitos pa' enamorarse
la calle del pensamiento
me lleva a aquella orilla, no sé si te acuerdas
regálame la silla que tiene arte
yo paso por tu puerta casi to' os días
yo paso y tú decides cuándo asomarte
cuando asomarte.
![]() |
Palma da mão.
Carta perdida no tempo, no espaço e no sabor do vento. Malae «Sei-te triste, desanimado, irritado. Não preciso que o digas, que não preciso que o contes. Conheço-te. Conheço-te como a palma da minha mão. E sei o quer dizer aquele olhar perdido no horizonte, aquela cabeça baixa, aquele mexer de ombros desanimado. O mundo naquele momento fugia-te debaixo dos pés, preso em simples linhas que não conseguias dominar. Darias tudo para voltar fracções de segundos atrás e mudares aquela situação. A raiva consumia-te por dentro! A raiva contigo próprio. Trazias o peso do teu perfeccionismo nas tuas asas e sentias-te vergado aos instantes que não controlaste. E a tua luta, a tua incessante luta, não te permitia remediar nada. Conheço-te. Conheço-te como a palma da minha mão. Sei que detrás desse lado forte, o que se passa te afecta. Sei que no teu íntimo, as coisas são colocadas em causa. Sei que naqueles momentos de silêncio que não gostas, as dúvidas te assolam. Sei que no intervalo de duas gargalhadas, os fantasmas te perseguem. Mas sei muito mais. Sei que nada nem ninguém te poderão pôr em causa. Sei que nada é mais forte que esse tua irascibilidade perfeccionista. Que pode haver quem lute como tu, mas nunca mais do que tu. Pode haver quem torça, mas tu és dos que prefere quebrar. Pode o mundo ir desabar mas o teu altruísmo leva-te sempre um passo mais à frente. E sei tudo isto porque te conheço. Conheço-te como a palma da minha mão. E nunca, por nunca, duvidei que vales a pena. Que independentemente do minuto seguinte, os 60 segundos anteriores já nada roubaria. Sei o quanto vale a tua palavra, o teu sorriso, a tua força. Sei o quanto te dás, o quanto te entregas, o quanto te esgotas. A pessoa que és, que fazes os outros serem, que deixas os outros serem. O exemplo de quem te quer bem. São muitos os que se orgulham de ti. São muitos os que te prezam. São muitos os que sabem que amanha será sempre melhor. E tu, vais ser tu, que o vais novamente provar. Porque foste tu que acreditaste que era possível. Foste tu que sonhaste. Foste tu que conquistaste. Eu... eu gosto de ti! Muito! Andrea!» [“Aunque lo diga la gente, yo no lo quiero escuchar. No hay más miedo que el que se siente cuando ya no sientes na'. Niña tú lo ves tan fácil, ay amor, pero es que cuanto más sencillo tú lo ves más difícil se te hace”*] |

































