| «Depois, pegaram nela e abriram-na ao meio. Levaram os sentidos, o sentir e o saber. O corpo inerte chora, por só respirar, já não saber viver». Malae |
Roubo.
Multiplicação do 27.
Uma noite de sonhos, amor, esperança e sorrisos.
Hoje e sempre.
Malae
Hoje e sempre.
Malae
[Well tonight thank god it's them instead of you]

27 diamantes.
'Somewhere over the rainbowBlue birds flyAnd the dreams that you dreamed ofDreams really do come true '
Arco de cores, de sorrisos e de vida
Paleta de sonhos, amores e sentires
Espírito dançante, moldado, acertado
Lágrima perdida, em alegria achada
Caminho traçado, conseguido, desenhado
Pedras de um castelo gigante, doce e colorido
Pincelado com 27 lindos diamantes.Parabéns, Dany-Rainbow!
Malae
Segunda geração.
Dartacão, Dartacão...
E todos por um'
[Bem-vindo, Rodrigo! Parabéns, Tanita e Nélso!]
24 de Novembro.
(a)moral.
Pau que nasce torto, tarde ou nunca se endireita.
'se nunca fui boa pessoa, porque havia de o passar a ser agora'?
Malae
Quanto?
Mesmo que os dias passem a correr e só a brisa toque o doce e terno ser do teu sorriso.
E a consciência, presa, não consegue gritar o que o coração não esquece.
Malae
hasta la victoria, siempre!
Talvez um dia.
“Luto. Corre o tempo último perante a necessidade de entrar num processo duplo. De luto. Para enterrar o passado que me persegue e se detém sempre a meu lado. De luto. Porque só lutando contra mim própria tudo pode mudar. Agora, hoje, neste momento, dói ver-te, como tem doído ultimamente. Não sei já se te hei-de agradecer, se hei-de te culpar. Roubaste-me a única coisa que me distinguia dos outros. A minha força, as paredes indestrutíveis de um castelo que tanto trabalho deu a construir. O único traço me que dava marca, graça, ser. E tu levaste-o. Como levaste a minha vida, o meu sentir, o meu pensar. E eu deixei. Agarrei o vazio que ficou no teu lugar e tornei-o em ti. Porque era assim que te sentia perto. É assim que te sinto todos os dias. Sem perceber a rapidez com que tudo enterraste. Sem perceber que foi como um jogo, que quando acaba se deita para trás das costas, porque tudo é efémero. Sem perceber que dançavas no vazio, num jogo que nunca irias perder, porque as regras foram feitas por ti. Dói. Como não doía há muito tempo. Foste um falhanço. Talvez apenas mais um. Porque olho para trás, e pergunto onde me perdi. Não tens as culpas todas. Fui eu que deixei. Procuro-me. Sinto-me em bocados de um passado que já não posso recuperar. Nunca. O comboio passou uma vez. Deixei-me ficar naquela estação que me prendia a um mundo que acabara de perder, com ele, ficou tudo o resto. Os sonhos, as vontades, as realizações. Fui eu que tudo deixei ir abaixo. Porque perdi a força. Como quando se perde um pouco de nós. E eu fui perdendo. Porque tanto que contigo se perdeu era apenas a minha vida. Não só tu. Todos. Um mundo que era meu desde sempre. E eu não o reconstruí. Fiquei apenas nas ruínas que tanto me diziam. Como se do pó, surgisse de novo o meu traço único. Mas nada na vida se ganha. Só se conquista. E as minhas lutas não dão em conquistas. Porque não sei já lutar. Sinto falta de tanta coisa. És apenas mais uma. Talvez nem a mais importante. Mas a que mais me persegue. Porque foste o marco. Há contigo um antes e depois. E nesse tempo tudo aconteceu. E no paradoxo em que me rejo procuro força para lutar. E encontro-a em ti. Serás sempre um exemplo. Mesmo que doa. Devo-te isso. Porque foi assim que abri os olhos. Não aprendi. Talvez nunca seja capaz de o fazer. Se assim fosse, nenhuma destas linhas tinha texto. Não procuro fazer sentido. Não procuro sentir. Se voltar atrás, se calhar não reconheço o que escrevi. Não reconheço a pessoa que aqui está. Mas reconheço o processo, a dor, o vazio. Conheço a saudade. Conheço o falhanço. A sobrecarga que deixo naqueles que ainda me acompanham. A desilusão do que se tornou. A vontade de um abraço. A vontade de um sorriso. A vontade de uma mão especial. Tudo perdido. Tudo sentido. Tudo igual. Isso reconheço. Como reconheço o longo caminho do processo duplo. Talvez sem fim. Talvez sem nexo. Uma vez se disse, que depois de se conhecer a felicidade, talvez daí para a frente, nada mais seja igual, ou próximo. Conheci-a. Mesmo sabendo tudo o que sei. Só posso dizer que a conheci. E talvez seja por isso que me submeti. Me perdi. Aceitei. Porque quando se sente que não se merece mais, tudo o que vem é a mais. E contra isso, aprendemos apenas depois que deixamos ir. Que mais uma vez perdemos o comboio. Que no mundo tudo o que vem, tem sentido. Que faz parte de qualquer coisa com sentido e ordem. E se não agarrarmos essa ordem, somos apenas pó numa galáxia. À qual não pertencemos. Talvez um dia o processo se conclua. Talvez um dia. Luto. Duplo. Por mim. Pelo menos desta vez. (I) Andrea” |
Queria.
Queria ter-te junto a mim. Queria sentir-te próximo, sentir-te realmente. Queria uma saudade que se tornasse dolorosa e quente. Que não fosse um fogacho passageiro que todos os dias morre e raramente cresce. Queria que me mudasses. Que desses algum sentido ao correr dos dias. Queria ver nesse sorriso o espelho que me aquece a alma. O caminho certo para percorrer. Queria olhar fundo nos teus olhos. E ver neles o sonho de menina que acredita. Queria uma lágrima que caísse. Mas uma lágrima certa, uma lágrima triste mas feliz. Queria conseguir mudar. Sair da camisa-de-forças que me detém. Queria redesenhar a história. Passar por tinta o futuro que não crio. Queria conseguir alcançar-te. Tornar-te num desafio à minha maneira. Queria escrever-te. Sinal que te tornavas importante. Queria. Mas o meu querer está preso. Não preso a ti, não preso a mim. Preso. Mas eu queria. Por mim. Que por ti não há querer. Queria. Acredita que queria. Malae |
Mais um.
[Rahun di'ak ba loron ohin, Timor!]
Parabéns, um beijo e saudade. Como daqui a esse lado do Mundo. O perfeito.
Malae
Parabéns, um beijo e saudade. Como daqui a esse lado do Mundo. O perfeito.
Malae
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